- Suéllem Cury, conhecida como Mulher Pera, afirma ter sido impedida de desfilar pela Mocidade Unida da Mooca na primeira noite do Carnaval 2026 em São Paulo, por conta da fantasia.
- Ela disse ter comprado uma fantasia cujo croqui entregue foi diferente do produzido, e que já havia chegado a tempo para o desfile, mas foi alvo de uma decisão considerada injusta pela escola.
- A musa afirma que, mesmo insatisfeita, iria usar a fantasia da escola no palco e chegou a comprar outra fantasia para entrevistas, mas ficou constrangida com o resultado final.
- A situação motivou Suéllem a acionar advogados e cortar relações com a escola, afirmando que a diretoria foi amadora e mal-educada.
- A Quem buscou a versão da Mocidade Unida da Mooca sem obter resposta até o momento.
Suéllem Cury, conhecida como Mulher Pera, foi impedida de desfilar na primeira noite do grupo especial de São Paulo durante o Carnaval 2026. A polêmica envolve a escola Mocidade Unida da Mooca, que, segundo a musa, entregou uma fantasia diferente da encomendada e interrompeu a participação dela no desfile. Ela informou que decidiu acionar seus advogados e cortar relações com a escola.
A cantora anunciou, em conversa com a revista Quem, que apesar de ter comprado a fantasia, recebeu uma peça incompatível com o croqui apresentado. Mesmo chegando a tempo, a musa afirmou que houve uma suposta decisão interna da escola que já havia repassado a fantasia para outra pessoa, o que motivou o impedimento de desfilar.
Suéllem relatou que, após o episódio, recebeu apoio de fãs que valorizam seu profissionalismo e trajetória no Carnaval. Ela também indicou críticas de alguns membros da Mocidade Unida da Mooca, que, segundo ela, apoiam uma diretoria que considera amadora e mal-educada. A artista disse que já encaminhou o caso aos seus advogados.
Versão da Mocidade Unida da Mooca
A reportagem da Quem tentou ouvir a Mocidade Unida da Mooca, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. A escola não confirmou nem negou a versão apresentada pela musa, e o espaço permanece sem um posicionamento público.
A assessoria de Suéllem informou que a artista continua disponível para desfilar com a fantasia da escola, caso haja recomposição do briefing e do cronograma. Enquanto isso, a influência do caso se amplia entre torcedores e integrantes do circuito carnavalesco.
A reportagem não apurou outras falas oficiais da Mocidade Unida da Mooca sobre o episódio. O desfecho envolve questões contratuais e administrativas que devem seguir trilhando os próximos passos legais.
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