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Artistas deixam agência Wasserman por conflitos ligados aos arquivos Epstein

Artistas deixam a Wasserman Group após revelações sobre Epstein, sinalizando pressão moral e reconfiguração de parcerias na agência

Weyes Blood, Chappell Roan and Orville Peck
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  • Weyes Blood juntou-se a artistas que deixaram a Wasserman Group por ligações entre o fundador Casey Wasserman e Ghislaine Maxwell, reveladas em documentos do Departamento de Justiça.
  • Entre os nomes que se desligaram recentemente estão Weyes Blood, Chappell Roan, Bethany Cosentino, Wednesday, Water From Your Eyes e Beach Bunny.
  • Weyes Blood afirmou em publicação no Instagram que não permanecerá na Wasserman e que o comportamento de Casey Wasserman vai contra seus valores.
  • Chappell Roan afirmou que não defenderá ações que entrem em conflito com seus valores morais e que protege sua equipe.
  • E-mails de 2003 mostraram Wasserman perguntando a Maxwell sobre situações inadequadas; em declaração pública, ele pediu desculpas pelas comunicações, dizendo não ter relação pessoal ou comercial com Epstein e que participou de uma viagem em 2002 com a Clinton Foundation.

Várias artistas anunciaram o rompimento com a Wasserman Group após a divulgação de documentos do Departamento de Justiça que ligam o fundador da agência, Casey Wasserman, a Jeffrey Epstein e à associada Ghislaine Maxwell. Weyes Blood tornou-se o nome mais recente a deixar a agência, em meio a críticas públicas sobre o histórico da relação entre a liderança da Wasserman e Maxwell.

Ao longo da última semana, Chappell Roan, Bethany Cosentino, a banda Wednesday, a dupla Water From Your Eyes, Orville Peck e Beach Bunny também encerraram vínculos com a Wasserman Group. Roan afirmou aos fãs que é seu dever proteger equipes e valores morais, destacando que ninguém deve defender ou tolerar ações conflitantes com esses padrões. Peck também comunicou a saída, enfatizando a preocupação com o impacto sobre a equipe e a produção artística.

Desdobramentos e resposta institucional

Weyes Blood justificou a decisão com o desejo de não permanecer ligada a uma empresa envolvida em controvérsias; a mensagem sinalizou apoio aos agentes e funcionários afetados pela crise. Em mensagens públicas, o grupo mencionou que mantém respeito pelos profissionais da agência, ao mesmo tempo em que busca caminhos para o futuro de sua carreira.

Entre os documentos que vieram a público, houve uma troca de emails de 2003 em que Wasserman comentava Maxwell de forma jocosa e expressava perguntas sobre situações pessoais. Em resposta, Wasserman reconheceu o erro de conduta, afirmou não ter relação pessoal ou comercial com Epstein e pediu desculpas por qualquer associação envolvendo nomes ligados a Maxwell e Epstein.

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