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Reação dos EUA ao show de Bad Bunny no Super Bowl

Show do Bad Bunny no Super Bowl é visto como marco cultural, com apoio de celebridades e críticas de figuras conservadoras ao desempenho

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Bad Bunny performs during the Super Bowl half-time show at Levi's Stadium on Sunday in Santa Clara, California.
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  • O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl durou cerca de 13 minutos e alcançou aproximadamente 135,4 milhões de espectadores, com referências a política, história e cultura porto-riquenha.
  • A apresentação terminou com fogos azuis, vermelhos e brancos e uma tela com a frase: “The only thing more powerful than hate is love.”
  • O evento concorrente da Turning Point USA teve cerca de 5,2 milhões de espectadores e prometia celebrar “cultura americana, liberdade e fé”.
  • Trump criticou o show nas redes, enquanto celebridades como Kacey Musgraves, Piers Morgan e Meghan McCain elogiaram ou defenderam Bad Bunny.
  • O show incluiu participação de Lady Gaga em casamento cenográfico, referências à bandeira porto-riquenha e a presença de convidados como Ricky Martin, Cardi B, Pedro Pascal e Karol G.

Bad Bunny mostrou o rosto da cultura portorriquenha em um show de 13 minutos no intervalo do Super Bowl, em Levi’s Stadium, Santa Clara. O espetáculo contou com referências a política, história e identidade, incluindo uma festa em casa, campos de cana-de-açúcar cenográficos e uma cerimônia de casamento com participação de Lady Gaga. A apresentação alcançou cerca de 135,4 milhões de telespectadores.

O palco transformou o estádio em uma narrativa audiovisual que celebrou a ilha, com a exibição de símbolos nacionais e intervenções artísticas que dialogaram com temas de América e imigração. A performance contou ainda com a participação de Ricky Martin e de outros artistas durante o set, ampliando o leque de referências culturais.

Reação pública e cobertura

Donald Trump criticou a apresentação, afirmando, em rede social, que o show foi ruim e uma ofensa ao país. Em contrapartida, celebridades defenderam o artista e destacaram o alcance cultural do espetáculo, com mensagens de apoio de personalidades como Kacey Musgraves e Piers Morgan, entre outros.

O confronto ideológico também se manifestou em outras atrações do intervalo, com a apresentação alternativa da Turning Point USA, All-American Halftime Show, que teve menor audiência estimada, em torno de 5,2 milhões de espectadores, e contou com Kid Rock em cenário temático patriótico.

Além do impacto imediato, a repercussão contemplou avaliações permanentes de fãs e figuras públicas nas redes. Observadores destacaram a mensagem de união e de celebração da diversidade cultural, em contraste com a retórica de antagonismo.

Bad Bunny recebeu elogios da imprensa por integrar referências históricas da ilha, incluindo a bandeira de Porto Rico e menções a temas de energia e communities locais. A performance também foi elogiada por trazer participação internacional, com destaque para a presença de Gaga e de convidados especiais, reforçando a visão de uma América inclusiva.

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