- Mansão de Ana Hickmann, em condomínio de alto padrão em Itu, interior de São Paulo, entrou em leilão após o divórcio com Alexandre Correa.
- Valor de avaliação: 35 milhões de reais; casa com 1,6 mil metros quadrados de área construída em 6,1 mil metros quadrados de terreno, tendo nove suítes, incluindo a master de 240 m² com spa e closet blindado.
- Infraestrutura inclui elevador panorâmico, cozinha de 120 m², sala de ginástica, cinema, adega, piscina com raia de 25 metros, salão de festas e garagem para 18 carros.
- Leilão marcado para 26 de março de 2026, às 14h; se não houver lance, segunda praça em 15 de abril de 2026 com lance mínimo de 75% da avaliação.
- Pagamento à vista em até 24 horas após o encerramento, mais comissão de 5% do leiloeiro; venda no formato porteira fechada, com o comprador recebendo o imóvel no estado atual.
A mansão de Ana Hickmann entrou em leilão após o divórcio conturbado da apresentadora com Alexandre Correa. Localizada em Itu, interior de São Paulo, a propriedade será vendida pela Justiça em procedimento de porte fechado. O lance inicial é de 35 milhões de reais, com pagamento à vista.
O imóvel possui 1,6 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 6,1 mil metros quadrados. Ao todo são nove suítes, incluindo uma master de 240 m² com spa e closet blindado. Com espaços de alto padrão, a casa tem elevador panorâmico e cozinha de 120 m².
Além disso, a residência oferece sala de ginástica, cinema, adega e piscina com raia de 25 metros. A propriedade ainda conta com salão de festas e garagem para 18 carros, consolidando o conceito de luxo do condomínio.
Detalhes do leilão
O calendário foi definido pela Justiça. A primeira praça ocorre em 26 de março de 2026, às 14h, com o lance integral de 35 milhões. Se ninguém se habilitar, a segunda praça acontece em 15 de abril, com lance mínimo de 75% da avaliação (aproximadamente 26,25 milhões).
Regras da venda
O pagamento deve ser feito à vista em até 24 horas após o encerramento do leilão. A comissão do leiloeiro, de 5%, também é exigida. O comprador assume o imóvel no estado em que se encontra, no modelo porteira fechada. Não há espaço para negociação de valores.
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