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Esposa de Leandro Boneco comenta chamamento de analfabeto por Edilson no BBB 26

Esposa de Leandro Boneco reage após Edilson chamá-lo de analfabeto no Sincerão, defendendo alfabetização tardia e empatia, e destacando a trajetória até a universidade

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Esposa de Leandro Boneco se pronuncia após Edilson chamá-lo de analfabeto no BBB 26 — Foto: Reprodução/ Instagram - Globo/ Manoella Mello
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  • Dominique Azevedo, esposa de Leandro Boneco, reagiu nas redes após Edilson chamá-lo de analfabeto no Sincerão da última segunda-feira (2).
  • Ela afirmou conhecer de perto o problema, pois trabalha com alfabetização de jovens e adultos desde os 13 anos.
  • Leandro convive com dislexia e discalculia, o que impactou sua trajetória escolar e fez com que não concluísse o ensino médio sem apoio.
  • Ela contou que ele conseguiu entrar em uma universidade pública para cursar música e concluir o curso, mostrando que ninguém deve ser definido por uma palavra ofensiva.
  • A mensagem não é para incentivar ataques, mas para reflexão sobre falas problemáticas, alfabetização tardia e a desigualdade no acesso à educação.

A esposa de Leandro Boneco, participante do BBB 26, reagiu publicamente após Edilson chamá-lo de analfabeto durante o Sincerão realizada na segunda-feira (2). A declaração de ofensa ganhou repercussão fora da casa e levou Dominique Azevedo a comentar sobre alfabetização, empatia e estigmas.

Dominique afirmou que a palavra usada para descrever Leandro tocou diretamente sua trajetória profissional como educadora de jovens e adultos. Ela destacou que trabalha com alfabetização desde os 13 anos e criticou o uso depreciativo do termo.

A comunicadora explicou que Leandro enfrenta dificuldades desde a infância, com dislexia e discalculia, o que impactou a atuação escolar dele. O casal superou a fragilidade educacional para que ele concluísse o ensino médio e depois ingressasse numa universidade pública para estudar música.

Ela ressaltou que o foco não é incentivar ataques ou cancelamentos, mas promover reflexão sobre falas problemáticas. Segundo Dominique, tratar alguém como analfabeto não pode ser normalizado.

A educadora ainda lembrou a desigualdade educativa no Brasil e questionou o preconceito embutido na expressão. Em defesa da empatia, Dominique afirmou que qualquer pessoa pode vencer, mesmo após alfabetização tardia, desde que haja esforço e oportunidades.

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