- Jeff Kinney, autor de Diário de um Wimpy Kid, contou que criou uma biblioteca familiar com livros que os filhos adorariam, mesmo com poucos recursos na época.
- Quando os filhos eram pequenos, a família costumava dizer “sim” a qualquer pedido de livro, resultando numa coleção de obras de qualidade que eles poderiam ler repetidamente.
- Hoje, os filhos são leitores ávidos e Kinney, que administra uma livraria independente em Massachusetts, considera esse investimento recompensado.
- O livro “Diário de um Wimpy Kid #20: Partypooper” está à venda.
- Entre as recomendações dele, está “The Arrival”, de Shaun Tan, uma novela gráfica sem palavras sobre a experiência de imigrantes que enfatiza a empatia.
Jeff Kinney, autor de Diary of a Wimpy Kid, participa da série Page-Turners da Page Six, revelando os livros que o prendem a leitura e inspiram seus dias. A entrevista chega junto com as novidades editoriais da semana.
Kinney conta que, quando os filhos eram pequenos, a família não tinha muita renda. Mesmo assim, ele e a esposa fizeram a promessa de que, se as crianças quisessem um livro, a resposta seria sim. Esse gesto moldou uma biblioteca familiar de alta qualidade, que os meninos podiam revisitar sempre que quisessem.
Hoje, Kinney administra uma livraria independente em Massachusetts e observa que os filhos leitores cresceram com esse investimento. A publicação destaca que o ano traz o lançamento de Diary of a Wimpy Kid #20: Partypooper, ainda disponível para compra.
Recomendações de Kinney
Entre as escolhas, Kinney destaca The Arrival, de Shaun Tan, uma obra gráfica visual e narrativa sem palavras. O livro narra a experiência de um imigrante em um mundo novo, enfatizando a empatia ao colocar o leitor no lugar de outra pessoa.
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