Maurício Meirelles, humorista conhecido por seu trabalho no programa CQC, anunciou que seu novo programa de humor, chamado “Aberto ao Público”, vai estrear na Globo no dia 6 de julho, após o Fantástico. O programa terá interação com a plateia e contará com a participação de outros comediantes. Meirelles comentou sobre os desafios do humor hoje em dia, como a censura e as reações do público. Ele destacou que a Globo o convidou por causa do sucesso que ele e outros comediantes têm nas redes sociais. O humorista também falou sobre a diferença entre fazer humor na internet e na TV, ressaltando que na internet é preciso ter mais cuidado para agradar as pessoas. Ele criticou a condenação de outro humorista, Léo Lins, por piadas consideradas discriminatórias, e afirmou que, apesar das polêmicas, o espaço para a comédia está crescendo. Meirelles acredita que o importante é como se faz a piada, e que o verdadeiro desafio é fazer humor sobre pessoas poderosas, pois muitos se ofendem com críticas a figuras públicas.
Maurício Meirelles, humorista, anunciou o lançamento de seu novo programa de humor, “Aberto ao Público”, na Globo. A estreia está marcada para o dia 6 de julho, após o Fantástico. O programa, idealizado por ele, traz um formato de interação com a plateia e contará com a participação de outros comediantes.
O humorista, que ganhou destaque no programa CQC em 2011, comentou sobre os desafios do humor contemporâneo, incluindo questões de censura e limites. Em uma entrevista, Meirelles destacou que a Globo o convidou devido ao sucesso que ele e outros comediantes do stand-up têm nas redes sociais. “A Bruna Louise, por exemplo, faz show para 10 mil pessoas”, afirmou.
O programa “Aberto ao Público” terá quadros de improviso e contará com a presença de celebridades como apresentadoras. Meirelles, que já possui um canal no YouTube com milhões de visualizações, acredita que a diferença entre fazer humor na internet e na TV é significativa. “Na internet, você está indo à casa da pessoa. Isso requer cuidados para agradar ao máximo de pessoas”, explicou.
O humorista também abordou a crescente dificuldade de fazer piadas em um cenário onde a censura e as reações do público são mais intensas. Ele criticou a condenação do humorista Léo Lins, que foi sentenciado a mais de oito anos de prisão por piadas consideradas discriminatórias. “Acho que, para o meu trabalho, está melhor. Quanto mais politicamente correto, mais as pessoas vão querer ver o meu trabalho”, disse.
Meirelles enfatizou que, embora o humor tenha se modernizado, ele não se censura, mas toma cuidado com o que diz. “Fico sempre de olho no que é ou não permitido. O importante é como fazer a piada”, afirmou. Ele também ressaltou que o verdadeiro desafio é fazer humor sobre pessoas poderosas, já que muitos se sentem ofendidos por críticas a figuras públicas.
O humorista concluiu que, apesar das polêmicas, o espaço para a comédia continua a crescer, permitindo que muitos profissionais vivam da arte de fazer rir.
Entre na conversa da comunidade