Na véspera do grande show de Lady Gaga na Praia de Copacabana, foi descoberto que mais de 1,2 mil produtos pirateados com a imagem e o nome da cantora estão sendo vendidos em marketplaces brasileiros. Esses itens, que incluem bonés, blusas e outros acessórios, estão sendo comercializados sem autorização. As marcas que patrocinam o evento não podem usar a imagem de Gaga, e apelidos como “mother” estão sendo usados como alternativa. Um levantamento do escritório de advocacia Kasznar Leonardos, que trabalha com direitos autorais, aponta que essa prática é uma violação de direitos e pode resultar em ações legais contra os vendedores.
Na véspera do megashow de Lady Gaga na Praia de Copacabana, um levantamento revelou que mais de 1,2 mil produtos pirateados com a imagem e nome da cantora estão à venda em marketplaces brasileiros. Esses itens, que incluem bonés, blusas e acessórios, são comercializados sem autorização oficial.
A pesquisa foi realizada pelo escritório de advocacia Kasznar Leonardos, especializado em propriedade intelectual. A advogada Raquel Barros, da área de Brand Protection & Antipirataria, destacou que a venda desses produtos configura violação de direitos autorais e de personalidade, além de concorrência desleal. Vendedores podem enfrentar ações cíveis e criminais, incluindo indenizações e apreensão de mercadorias.
A utilização da imagem de Gaga sem licença é comum em grandes eventos, como ocorreu com a cantora Madonna em shows anteriores. Apesar da popularidade, as marcas patrocinadoras do evento não têm permissão para fazer referências diretas à artista, utilizando apelidos como “mother” como alternativa. A prática de pirataria, embora frequente, é ilegal e prejudica tanto os artistas quanto o comércio justo.
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