Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Jornalista Luiz Antonio Mello, ícone do rock nos anos 1980, morre em Niterói aos 70 anos

Luiz Antonio Mello, ícone do rock brasileiro e diretor da Fluminense FM, faleceu aos 70 anos em Niterói. Sua trajetória foi imortalizada no filme "Aumenta que é rock’n’roll".

0:00
Carregando...
0:00

Luiz Antonio Mello, jornalista e diretor da Fluminense FM, faleceu aos 70 anos em Niterói devido a complicações de saúde. Ele estava internado se recuperando de uma pancreatite quando teve uma parada cardíaca. Mello foi uma figura importante na cena do rock brasileiro nos anos 1980, quando a rádio Fluminense FM se destacou por sua programação alternativa. Ele foi retratado no filme “Aumenta que é rock’n’roll”, que mostra sua trajetória e a revolução cultural que ajudou a criar ao lado de bandas famosas. Mello dirigiu a rádio entre 1982 e 1985, período em que o rock nacional ganhou força. Ele lembrava com carinho da conexão que a rádio tinha com os ouvintes, que participavam ativamente da programação.

Luiz Antonio Mello, jornalista e diretor da Fluminense FM, faleceu aos 70 anos em Niterói, devido a complicações de saúde. Ele estava internado no Hospital Icaraí, onde sofreu uma parada cardíaca enquanto se preparava para uma ressonância magnética.

Mello foi uma figura central na cena cultural brasileira dos anos 1980, especialmente por sua atuação na rádio Fluminense FM, conhecida como “Maldita”. Sob sua direção, a programação focou no rock, contribuindo para a revolução cultural do país ao lado de bandas icônicas como Blitz, Os Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Legião Urbana.

No ano passado, sua trajetória foi retratada no filme “Aumenta que é rock’n’roll”, onde foi interpretado pelo ator Johnny Massaro. O longa, dirigido por Tomás Portella, baseou-se no livro “A onda Maldita”, escrito por Mello, e narra como ele e seus colegas transformaram a rádio em um espaço inovador para o rock.

Mello recordou, em entrevista ao GLOBO, que a Fluminense FM surgiu de forma emocional e espontânea. Ele destacou a importância da franqueza na programação, que incluía artistas alternativos e novos sons que não eram tocados em outras emissoras. A dedicação dos ouvintes foi fundamental para a sobrevivência da rádio, que enfrentou dificuldades financeiras e ameaças de fechamento.

“A rádio era como se morasse no quarto do ouvinte,” afirmou Mello, lembrando da intimidade criada com o público. Ele também compartilhou uma curiosa promoção de Natal, que atraiu cinco mil pessoas para um show da banda Bacamarte, superando as expectativas.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais