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Anagrama cancela publicação de ‘El odio’, livro sobre caso de violência vicária de José Bretón

Editorial Anagrama cancela publicação de "El odio", livro sobre José Bretón, após pressão judicial da mãe das vítimas e da Fiscalía. Direitos retornam ao autor.

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A editorial Anagrama decidiu não lançar o livro “El odio”, de Luisgé Martín, que analisa o caso de José Bretón, condenado em 2011 por matar seus filhos. A decisão veio após pressões legais da mãe das crianças e do Ministério Público, resultando na devolução dos direitos autorais ao autor. O livro, que estava programado para ser lançado em 26 de março, teve sua distribuição suspensa indefinidamente em 21 de março devido à controvérsia. A Anagrama afirmou que tanto o autor quanto a editorial tinham o direito de publicar a obra, mas optou por esperar as decisões judiciais. Após duas negativas da Justiça sobre pedidos do Ministério Público para impedir a publicação, a Anagrama confirmou a suspensão definitiva. O livro inclui o testemunho de Bretón e discute a vida de Ruth Ortiz, mãe das vítimas, que pediu a paralisação por considerar que seus direitos estavam sendo violados. A Anagrama justificou sua escolha, ressaltando a importância de equilibrar a liberdade criativa com princípios morais, especialmente em obras baseadas em fatos reais.

A editorial Anagrama anunciou que não publicará o livro “El odio”, de Luisgé Martín, que explora o perfil de José Bretón, condenado em dois mil e onze por matar seus filhos. A decisão foi tomada após pressões judiciais da mãe das crianças e da Fiscalía (Ministério Público), resultando na devolução dos direitos autorais ao escritor.

A obra estava prevista para ser lançada em 26 de março, mas a Anagrama decidiu suspender a distribuição indefinidamente em 21 de março, em resposta à controvérsia gerada. A editorial afirmou que tanto o autor quanto ela tinham o direito de publicar o livro, mas optou por aguardar as decisões judiciais.

Após duas negativas da Justiça sobre pedidos de medidas cautelares da Fiscalía, que buscava impedir a publicação, a Anagrama decidiu manter a suspensão de forma definitiva. O livro inclui o testemunho de Bretón e aborda a vida de Ruth Ortiz, mãe das vítimas, que alegou violação de direitos ao solicitar a paralisação.

A Anagrama justificou sua escolha, afirmando que é essencial equilibrar a liberdade criativa com princípios morais. A editorial destacou que obras baseadas em eventos reais exigem um cuidado especial em relação ao respeito e à sensibilidade.

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