Natália Rosa, namorada de Marcella Rica, disse em uma entrevista que recebe mais críticas por ser vegana do que por ser bissexual. Ela comentou que ser sáfica não é um problema para ela, já que nunca enfrentou muitas críticas por isso. Natália explicou que, apesar de ter tido relacionamentos com homens, sua bissexualidade nunca foi um tabu. A palavra “sáfica” vem da poetisa Safo, que escrevia sobre o amor entre mulheres. O termo é usado para descrever mulheres que se atraem por outras mulheres, incluindo lésbicas e bissexuais. Natália também destacou que a aceitação de relacionamentos entre mulheres tem crescido, especialmente nas redes sociais, onde temas como romances sáficos estão se tornando populares. Ao compartilhar sua experiência, ela fala sobre a luta contra preconceitos, tanto em relação à alimentação quanto à sexualidade.
Natália Rosa, atual namorada de Marcella Rica, destacou em uma entrevista que enfrenta mais críticas por ser vegana do que por sua orientação sexual sáfica. Em conversa no programa “Ressaca Moral”, ela afirmou: “Vegana com certeza. Ser sáfica confesso que não tenho enfrentado críticas.” Natália, que se identifica como bissexual, comentou sobre a evolução da aceitação de relacionamentos entre mulheres na sociedade.
A palavra “sáfica” tem origem na poetisa Safo, que viveu na Grécia antiga e é conhecida por seus poemas sobre o amor entre mulheres. O termo é utilizado para descrever mulheres que sentem atração por outras mulheres, independentemente de serem lésbicas, bissexuais ou de outras orientações. Natália mencionou que, apesar de ter tido relacionamentos longos com homens, sua bissexualidade nunca foi um tabu para ela.
A crescente visibilidade de relacionamentos sáficos nas redes sociais, como no TikTok, tem contribuído para a normalização desse tipo de amor. Temas como “dicas de livros com romances sáficos” e “casais sáficos de filmes e séries” estão se tornando cada vez mais comuns, refletindo uma mudança cultural em direção à aceitação e celebração da diversidade sexual.
Natália Rosa, ao compartilhar sua experiência, não só ilumina a luta contra preconceitos relacionados à alimentação, mas também destaca a importância da visibilidade bissexual e da aceitação de diferentes formas de amor na sociedade contemporânea.
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