Gabriela Duarte e Renata Castro Barbosa, amigas desde a infância, falam sobre sua amizade no podcast “Pod, Amiga?”. Elas se conheceram no Colégio Veiga de Almeida e, apesar de não se verem com frequência, sentem uma forte conexão emocional. Renata descreve a amizade como de baixa manutenção em termos de contato, mas de alta manutenção em termos de apoio mútuo. O médico Drauzio Varella alerta que a solidão pode afetar a saúde mental, citando uma pesquisa que mostra que muitos idosos se sentem sozinhos. A antropóloga Mirian Goldenberg destaca que, na velhice, as amizades são essenciais para a segurança emocional. Por outro lado, a psicóloga Lígia Guerra acredita que amizades de baixa manutenção podem ser prejudiciais, enquanto a empresária Jackie de Botton defende que elas também têm seu valor. O psiquiatra Bruno Terra lembra que a qualidade das relações é mais importante que a frequência dos encontros. A psicóloga Cristiane Rayes sugere que ambos os tipos de amizade podem coexistir, desde que haja equilíbrio.
Gabriela Duarte e Renata Castro Barbosa, amigas desde a infância, relembram sua conexão no podcast “Pod, Amiga?”. As atrizes, que se conheceram no Colégio Veiga de Almeida, destacam a natureza de sua amizade, que, segundo Renata, é de baixa manutenção em termos de frequência, mas de alta manutenção em termos de conexão emocional. Gabriela complementa que, mesmo sem contato diário, o vínculo permanece forte.
A discussão sobre amizades de baixa e alta manutenção ganhou destaque, especialmente após o médico Drauzio Varella alertar sobre os riscos à saúde mental associados à solidão. Ele citou uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que revelou que 17% dos idosos se sentem sempre sozinhos. Varella enfatiza a importância de cultivar amizades para evitar o declínio cognitivo.
A antropóloga Mirian Goldenberg ressalta que, na velhice, as amizades se tornam uma fonte crucial de segurança emocional. Ela observa que, entre os amigos mais velhos, não há distinção entre os tipos de amizade; todos valorizam a conexão. Por outro lado, a psicóloga Lígia Guerra argumenta que amizades de baixa manutenção podem ser prejudiciais, comparando-as a atividades que não geram resultados significativos sem dedicação.
A empresária Jackie de Botton defende que amizades de baixa manutenção também são valiosas, pois podem resistir ao tempo e à distância. O psiquiatra Bruno Terra acrescenta que a qualidade das conexões é mais importante que a frequência das interações. A psicóloga Cristiane Rayes sugere que ambos os tipos de amizade podem coexistir, desde que haja um equilíbrio e que as relações não se tornem unilaterais.
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