A partir de segunda-feira, 5, o WhatsApp não funcionará mais em iPhones que tenham versões do iOS inferiores a 15.1, afetando modelos como o iPhone 6 e anteriores. Essa mudança foi anunciada pela Meta, que controla o aplicativo, e visa garantir que o WhatsApp funcione apenas em dispositivos mais novos, que oferecem melhor segurança e desempenho. Para continuar usando o aplicativo, os usuários desses modelos precisam atualizar seus sistemas operacionais ou trocar por um iPhone mais recente. Para verificar a versão do iOS, é necessário acessar “Ajustes”, depois “Geral” e “Atualização de Software”. A Meta também informa que essa atualização não afeta dispositivos Android, que ainda precisam ter, no mínimo, o Android 5.0 para usar o WhatsApp.
A partir de segunda-feira, 5, o WhatsApp deixará de funcionar em iPhones que utilizam versões do sistema operacional iOS inferiores a 15.1. Essa mudança, anunciada pela Meta, visa garantir maior segurança e suporte a funcionalidades mais recentes do aplicativo.
Modelos como iPhone 6 e anteriores serão afetados, pois não suportam a atualização necessária. A decisão foi tomada após uma análise anual que identifica dispositivos e sistemas operacionais mais antigos com menor número de usuários ativos. A Meta destaca que sistemas desatualizados não conseguem acompanhar os avanços tecnológicos do aplicativo.
Para verificar a versão do iOS instalada, os usuários devem acessar Ajustes > Geral > Atualização de Software. Caso uma versão mais recente esteja disponível, a instalação pode ser feita diretamente ali. Aqueles que não puderem atualizar devem considerar a migração para modelos mais novos de iPhone para continuar utilizando o WhatsApp.
Impacto nos Usuários
Além dos iPhones, a medida não afeta dispositivos Android, que continuam a exigir a versão mínima Android 5.0, lançada em 2014. A Meta reafirma que a interrupção do suporte a sistemas antigos é parte de sua política de segurança e funcionalidade.
A cada ano, o WhatsApp revisa quais versões do iOS e Android não recebem mais atualizações de segurança. Essa análise ajuda a definir a chamada “nota de corte” para manter o suporte, priorizando a segurança dos usuários e a compatibilidade com novas tecnologias, como as integradas à inteligência artificial da Meta.
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