João Carlos Martins, maestro e pianista de 84 anos, se prepara para se apresentar pela 30ª vez em Nova York no dia 9 de maio, após sua primeira apresentação na cidade em 1962. Antes disso, ele fará um show na Sala São Paulo no dia 30. Recentemente, Martins foi diagnosticado com câncer agressivo na próstata e passou por uma cirurgia bem-sucedida, mas enfrentou complicações no pós-operatório, o que ele descreveu como uma das piores noites de sua vida. Apesar do diagnóstico devastador, ele acredita estar curado e planeja continuar com sua agenda de apresentações. O maestro também quer deixar um legado na educação musical, dedicando-se a um projeto para crianças. Ele já passou por 30 cirurgias ao longo da vida e, após enfrentar o câncer, deseja promover mudanças na educação musical nas escolas. Martins, que é espírita, afirmou que não teme a morte e está preparado para o que vem a seguir, enquanto planeja reduzir o número de concertos e focar em seu papel como diretor artístico da Bachiana.
Aos 84 anos, o maestro e pianista João Carlos Martins se prepara para uma série de apresentações em Nova York e São Paulo. Ele se apresentará pela 30ª vez em Nova York no dia 9 de maio, após ter tocado pela primeira vez na cidade em 1962. Antes disso, fará uma prévia na Sala São Paulo no dia 30.
Recentemente, Martins foi diagnosticado com câncer agressivo na próstata. Após a biópsia, ele passou por uma cirurgia bem-sucedida, mas enfrentou complicações no pós-operatório. O maestro descreveu o momento do diagnóstico como “devastador” e relatou ter vivido uma das piores noites de sua vida devido a complicações intestinais.
“A última coisa que eu esperava era ser diagnosticado com câncer na próstata,” afirmou Martins. Ele acredita estar curado e mantém sua agenda de apresentações. O maestro também expressou seu desejo de deixar um legado na educação musical, prometendo se dedicar a um projeto voltado para crianças.
Martins, que já passou por 30 cirurgias ao longo da vida, incluindo intervenções nas mãos, reflete sobre sua trajetória. Ele menciona que, após o câncer, deseja promover uma revolução na educação musical, começando por iniciativas em escolas. “Vou me dedicar totalmente a uma revolução na educação musical para crianças,” declarou.
O maestro, que também é espírita, afirmou não temer a morte. “Estou preparado para ter outros voos no futuro, depois da morte,” disse. Ele planeja continuar sua carreira, mas com uma abordagem diferente, reduzindo o número de concertos e focando em sua função como diretor artístico da Bachiana.
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