O Parkinson é uma doença que afeta mais de 10 milhões de pessoas no mundo e cerca de 200 mil no Brasil. Recentemente, especialistas falaram sobre a fase pré-motora da doença, que pode incluir sintomas como alterações do sono e perda de olfato antes dos sintomas motores. Durante um programa da CNN, a neurologista Sara Casagrande e o professor Egberto Reis Barbosa discutiram a importância da lentidão como um sinal do Parkinson, ressaltando que nem todos os pacientes apresentam tremores. Eles explicaram que a fase pré-motora pode durar anos e que sintomas como depressão e obstipação intestinal são comuns. Embora a causa da doença não seja totalmente clara, fatores ambientais, genéticos e o envelhecimento podem estar envolvidos. Atualmente, não há cura, e o tratamento foca na atividade física, que é a única forma de proteção conhecida. A dieta mediterrânea e o consumo de café também podem ajudar. Em casos mais avançados, a estimulação cerebral profunda pode ser uma opção cirúrgica para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. O programa “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista” será exibido no sábado, 26 de abril, às 19h30 na CNN Brasil.
O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, afetando mais de 10 milhões de pessoas globalmente, com cerca de 200 mil casos no Brasil. Especialistas discutiram recentemente a fase pré-motora da doença, que pode incluir sintomas como alterações do sono e perda de olfato, antes do surgimento dos sintomas motores.
Durante o programa “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista”, a neurologista Sara Casagrande e o professor Egberto Reis Barbosa, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), abordaram a importância da lentidão como um dos principais sinais do Parkinson. Casagrande destacou que tremores não estão presentes em todos os casos, e a lentidão é um sintoma fundamental para o diagnóstico.
Os especialistas também mencionaram que a fase pré-motora pode durar anos sem que o diagnóstico seja feito. Casagrande explicou que alterações do sono, depressão e obstipação intestinal são comuns nesse estágio. O professor Barbosa acrescentou que a causa da doença ainda não é totalmente compreendida, mas envolve fatores ambientais, genéticos e o envelhecimento.
Tratamento e Prevenção
Atualmente, não existe cura para o Parkinson, e o tratamento é focado na prática de atividade física. Casagrande afirmou que essa é a única forma de neuroproteção disponível. Além disso, a dieta mediterrânea e o consumo regular de café podem ter efeitos protetores, tanto na prevenção quanto no manejo da doença.
Em casos avançados, a estimulação cerebral profunda pode ser uma opção cirúrgica para pacientes que apresentam efeitos colaterais significativos do uso prolongado de medicamentos. Barbosa ressaltou que essa intervenção pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
O programa “CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista” vai ao ar no sábado, 26 de abril, às 19h30 na CNN Brasil.
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