A startup americana Twelve criou uma tecnologia que transforma dióxido de carbono (CO2) em produtos úteis, como combustíveis e materiais. O processo utiliza água e eletricidade para quebrar as moléculas do CO2. A empresa está interessada em parcerias no Brasil, que tem potencial para se destacar em tecnologias climáticas, especialmente por sua experiência em biocombustíveis e fontes de energia renováveis. O CEO da Twelve, Nicholas Flanders, acredita que a indústria de óleo e gás pode ajudar na transição para uma economia de baixo carbono, utilizando seus conhecimentos e talentos. A startup já recebeu investimentos de grandes empresas, como Microsoft e TPG, e colabora com marcas como Mercedes-Benz e Procter & Gamble. Flanders também menciona que a inteligência artificial será um dos setores que mais consumirá energia no futuro, e defende que essa indústria deve usar energia limpa e considerar seu impacto ambiental.
Startup americana aposta em tecnologia para transformar CO2 em combustível e materiais
Uma startup americana, a Twelve, desenvolveu uma tecnologia inovadora para transformar dióxido de carbono (CO2) em produtos como combustíveis e materiais limpos. O sistema utiliza água e eletricidade para romper as moléculas do CO2, gerando novos elementos. A empresa busca parcerias no Brasil para expandir sua atuação.
Empresa visa impacto ambiental positivo sem abrir mão da economia moderna
O CEO e cofundador da Twelve, Nicholas Flanders, explica que a tecnologia permite um impacto positivo no meio ambiente sem a necessidade de abandonar produtos essenciais da economia. “Revertemos o processo: partimos do CO2 para criar produtos úteis, como combustível de avião ou detergente”, afirma.
Brasil tem potencial para liderar tecnologias climáticas
Flanders destaca o potencial do Brasil no desenvolvimento de tecnologias climáticas, especialmente devido ao seu histórico na indústria de biocombustíveis e à disponibilidade de fontes de energia renováveis. Ele ressalta a força de trabalho qualificada do país na área de engenharia química e no setor agrícola.
Investidores e clientes de peso apostam na tecnologia
A Twelve atraiu investimentos de empresas como TPG, Microsoft e a Chan-Zuckerberg Initiative, de Mark Zuckerberg. Além disso, a startup tem parcerias com grandes empresas como Mercedes-Benz, Procter & Gamble e British Airways.
Indústria de óleo e gás pode ter papel crucial na transição energética
Flanders acredita que empresas do setor de óleo e gás possuem ativos importantes para a transição para uma economia de baixo carbono, como talentos e conhecimento em engenharia. A empresa busca parcerias para auxiliar na mudança de processos e na captura de carbono do ar.
IA e sustentabilidade: um desafio energético
O CEO da Twelve aponta que a inteligência artificial (IA) será um dos setores que mais consumirão energia nos próximos anos, juntamente com a produção de eletrocombustíveis. Ele defende que a indústria de IA tem a responsabilidade de utilizar energia limpa e considerar o impacto ambiental em seus modelos de negócios.
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