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A indústria de longevidade cresce, mas clínicas oferecem tratamentos duvidosos e caros

A indústria de longevidade cresce, mas muitas clínicas oferecem tratamentos não comprovados e enfrentam dificuldades financeiras.

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Um levantamento com 82 clínicas de longevidade mostrou que muitas oferecem tratamentos estéticos e terapias sem comprovação científica, como células-tronco. A maioria dos clientes tem entre 44 e 59 anos, e os custos anuais podem variar de 10 mil a 150 mil dólares. Apesar dos altos preços, apenas 39% das clínicas são lucrativas, com 30% perto do ponto de equilíbrio e 16% operando com prejuízo. Mais de um terço das clínicas oferece terapias com células-tronco, que não têm evidências de eficácia e podem ser arriscadas. Além disso, muitas prescrevem medicamentos para outras doenças com a esperança de efeitos anti-idade, o que não é recomendado. A linha entre medicina da longevidade e estética é confusa, com 28% das clínicas oferecendo injeções de Botox e 35% tratando a queda de cabelo. Embora mais de 80% das clínicas sejam supervisionadas por médicos experientes, a falta de regulamentação e a oferta de tratamentos não comprovados levantam dúvidas sobre a credibilidade do setor.

Clínicas de longevidade enfrentam desafios financeiros e oferecem tratamentos sem comprovação científica. Um levantamento com 82 clínicas de longevidade ao redor do mundo revelou que a maioria atende clientes entre 44 e 59 anos e oferece serviços que variam de tratamentos estéticos a terapias experimentais, como células-tronco.

Apesar dos altos custos, apenas 39% das clínicas são lucrativas. Os gastos anuais para clientes podem variar de US$ 10 mil a US$ 150 mil, conforme dados da Fountain Life, empresa com unidades na Flórida e em Praga. A pesquisa indica que 30% das clínicas estão próximas do ponto de equilíbrio e 16% operam com prejuízo.

Tratamentos não comprovados são comuns. Mais de um terço das clínicas oferece terapias com células-tronco, que não possuem evidências científicas de eficácia para prolongar a vida e apresentam riscos. Além disso, muitas prescrevem medicamentos já aprovados para outras condições, buscando efeitos anti-idade, o que também não é recomendado.

A distinção entre medicina da longevidade e estética é tênue. A pesquisa aponta que 28% das clínicas oferecem injeções de Botox, 35% tratam a queda de cabelo e 38% realizam procedimentos de rejuvenescimento facial. Andrea Maier, da Universidade Nacional de Singapura, ressalta que a linha entre as duas áreas ainda é pouco clara.

A maioria das clínicas é supervisionada por médicos experientes. Mais de 80% das clínicas contam com a supervisão de médicos com mais de dez anos de experiência clínica. No entanto, a falta de regulamentação e a oferta de tratamentos sem comprovação científica levantam questionamentos sobre a credibilidade do setor.

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