A Petrobras fez a primeira operação submarina totalmente remota nas Américas, usando um barco não tripulado e um robô elétrico para inspecionar e manter o Campo de Garoupa, na Bacia de Campos. Essa operação foi controlada de longe, sem pessoas a bordo, o que é uma novidade para a empresa. A tecnologia utilizada ajuda a diminuir os riscos em ambientes marítimos e a reduzir o impacto ambiental. O robô elétrico evita vazamentos de fluidos, que são comuns em robôs tradicionais, e a Petrobras acredita que essa mudança pode cortar mais de 90% das emissões de gases de efeito estufa em comparação com os métodos antigos.
Petrobras realiza primeira operação submarina 100% remota nas Américas
A Petrobras concluiu a primeira operação submarina totalmente remota nas Américas, utilizando uma plataforma USV (veículo de superfície não tripulada) e um robô elétrico (ROV) para inspeção e manutenção no Campo de Garoupa, na Bacia de Campos. A ação representa um avanço tecnológico para a empresa e para o setor de petróleo.
Tecnologia inovadora reduz riscos e emissões
A operação foi controlada remotamente de uma base em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro, sem a presença de tripulação a bordo das plataformas. A estatal classifica o feito como um “marco” no desenvolvimento de tecnologias mais eficientes. A tecnologia empregada diminui os riscos operacionais em ambientes marítimos e reduz o impacto ambiental das atividades.
ROV elétrico elimina riscos de vazamento
O uso de um ROV elétrico elimina o risco de emissão de fluidos hidráulicos, um problema comum em ROVs convencionais. A Petrobras estima uma redução de mais de 90% nas emissões de gases de efeito estufa em comparação com embarcações tradicionais (ROV Support Vessel).
Operação inédita e controle remoto
A plataforma USV lançou e operou o robô em uma ação de inspeção e manutenção submarina. A estatal ressalta que o controle total da operação a partir da base em Rio das Ostras é inédito. A Petrobras busca aprimorar suas operações com o uso de tecnologias inovadoras.
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