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Estudo revela que concepção em temperaturas frias pode aumentar a queima de calorias na vida adulta

Estudo japonês revela que a concepção em meses frios pode aumentar a atividade da gordura marrom, impactando o metabolismo e a obesidade.

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Um estudo japonês publicado na revista Nature Metabolism descobriu que ser concebido em meses frios está ligado a uma maior atividade da gordura marrom na vida adulta. Essa gordura ajuda a queimar calorias e pode afetar o metabolismo e a obesidade. A pesquisa analisou 748 adultos saudáveis, dividindo-os em grupos de concepção “fria” ou “quente” com base nas temperaturas do Japão. Os resultados mostraram que 78% dos participantes concebidos em meses frios tinham gordura marrom ativa, em comparação com 66% do grupo concebido em meses quentes. Além disso, aqueles concebidos no frio apresentaram menor índice de massa corporal e menos gordura visceral, indicando um metabolismo mais eficiente. A análise de dados meteorológicos revelou que temperaturas mais baixas e variações de temperatura foram os principais fatores que influenciaram a atividade da gordura marrom na idade adulta. Esses padrões não foram observados durante a gravidez, sugerindo que a programação metabólica acontece antes da fertilização. Os pesquisadores afirmaram que ser concebido durante uma onda de frio pode tornar o corpo mais eficiente na queima de calorias, o que pode ajudar a entender melhor a obesidade e o metabolismo energético, embora mais estudos sejam necessários em diferentes populações.

Um estudo japonês publicado na revista Nature Metabolism revela que a concepção em meses frios está ligada a uma maior atividade de gordura marrom na vida adulta. Essa gordura, que ajuda a queimar calorias, pode influenciar o metabolismo e a obesidade. A pesquisa analisou setecentos e quarenta e oito adultos saudáveis, categorizando suas concepções em períodos “frios” ou “quentes” com base nas temperaturas do Japão.

Os resultados mostraram que setenta e oito por cento dos participantes concebidos em meses frios apresentaram atividade detectável de gordura marrom, em comparação a sessenta e seis por cento do grupo concebido em meses quentes. Além disso, aqueles concebidos no frio tinham menor índice de massa corporal (IMC) e menos gordura visceral, indicando um metabolismo mais eficiente.

A análise dos dados meteorológicos revelou que temperaturas externas mais baixas e oscilações de temperatura diurna e noturna foram os principais preditores da atividade de gordura marrom na idade adulta. Esses padrões não foram observados durante a gravidez, sugerindo que a programação metabólica ocorre antes da fertilização.

Os pesquisadores destacaram que, se uma pessoa foi concebida durante uma onda de frio, seu corpo pode ser mais eficiente na queima de calorias. Essa descoberta pode ter implicações significativas para a compreensão da obesidade e do metabolismo energético, embora necessite de validação em diferentes populações globais.

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