O ator Eric Dane, conhecido por seus papéis em “Grey’s Anatomy” e “Euphoria”, anunciou que foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Ele falou sobre sua gratidão pela família e pediu respeito à sua privacidade. A ELA é uma doença que afeta o sistema nervoso e causa paralisia progressiva, sem cura. A expectativa de vida após o diagnóstico é de três a cinco anos, mas 25% dos pacientes vivem mais de cinco anos. Dane, que tem 52 anos, planeja continuar trabalhando na terceira temporada de “Euphoria”. O tratamento inclui medicamentos que podem retardar a progressão da doença, além de fisioterapia e acompanhamento nutricional, já que a ELA pode dificultar a alimentação. A doença foi descoberta em 1869 e, na maioria dos casos, não há histórico familiar.
O ator Eric Dane, famoso por seus papéis em “Grey’s Anatomy” e “Euphoria”, revelou que foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Em entrevista à revista People, ele expressou sua gratidão pela família e pediu respeito à sua privacidade durante este momento difícil.
A ELA é uma doença degenerativa do sistema nervoso que causa paralisia motora progressiva e não tem cura. Segundo a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica, a condição afeta as células nervosas, levando à perda de habilidades motoras essenciais, como falar e se locomover. A expectativa de vida após o diagnóstico varia, com cerca de 25% dos pacientes sobrevivendo mais de cinco anos.
Dane, de 52 anos, afirmou que continuará trabalhando na terceira temporada de “Euphoria” na próxima semana. O tratamento da ELA envolve o uso de medicamentos como o riluzol, que pode retardar a progressão da doença, além de fisioterapia e acompanhamento nutricional, já que a condição pode dificultar a alimentação.
A ELA, descoberta em 1869 por Jean-Martin Charcot, afeta principalmente pessoas acima dos 50 anos, embora casos em indivíduos mais jovens também sejam registrados. O físico Stephen Hawking foi um dos portadores mais conhecidos da doença, que não apresenta histórico familiar em 90% dos casos diagnosticados.
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