Um biogeochemista dos Estados Unidos enfrentou bullying em seu trabalho anterior, o que resultou em uma pausa significativa em sua carreira acadêmica. Durante esse tempo, ele não teve oportunidades para aplicar para bolsas, ensinar ou publicar trabalhos, e não conseguiu referências de seu supervisor. Especialistas em bullying acadêmico afirmam que essa situação é comum, especialmente em áreas de ciência e tecnologia.
Leah Hollis, da Pennsylvania State University, comenta que a falta de publicações pode ocorrer por várias razões, como doenças ou responsabilidades familiares, mas que a explicação de um ambiente difícil pode ser vista de forma negativa. Loraleigh Keashly, da Wayne State University, concorda que é normal ter uma pausa na carreira, mas destaca a importância de como isso é apresentado em entrevistas.
Para explicar a lacuna no currículo, os especialistas sugerem que o candidato mencione um “ambiente desafiador” e evite entrar em muitos detalhes. Também é recomendado buscar referências de outros profissionais com quem tenha trabalhado, em vez de depender do supervisor problemático. Keashly sugere usar redes profissionais e contatos feitos em conferências.
Hollis ainda recomenda que o biogeochemista entre em contato com a Academic Parity Movement, uma organização que combate o bullying acadêmico, para ajudar a conectar-se com outros cientistas que possam apoiar sua carreira. Ser direto e honesto sobre a experiência pode ajudar a minimizar o impacto da lacuna durante o processo de seleção.
Um biogeochemista dos Estados Unidos relatou ter enfrentado bullying em seu local de trabalho anterior, o que resultou em uma significativa lacuna em sua carreira acadêmica. Durante esse período, ele não teve acesso a oportunidades como aplicação para bolsas, ensino e publicações, além de não contar com referências de seu supervisor. Especialistas em bullying acadêmico destacam que essa situação não é incomum, especialmente em áreas de ciência, tecnologia, engenharia, matemática e medicina (STEMM).
Leah Hollis, associada da Pennsylvania State University, observa que a falta de publicações pode ser atribuída a diversas circunstâncias da vida, como doenças ou responsabilidades familiares. No entanto, ela ressalta que a justificativa de um ambiente desafiador pode ser menos aceita do que outras explicações. Loraleigh Keashly, da Wayne State University, concorda que é aceitável ter uma pausa na carreira, mas enfatiza a importância de como essa situação é apresentada em entrevistas.
Para lidar com a lacuna no currículo, os especialistas sugerem que o candidato mencione um “ambiente desafiador” e evite entrar em detalhes que possam desviar a atenção do que realmente importa. Além disso, é aconselhável buscar referências de outros profissionais com quem o candidato tenha trabalhado, em vez de depender do supervisor problemático. Keashly recomenda acessar redes profissionais e contatos feitos em conferências.
Hollis também sugere que o biogeochemista entre em contato com a Academic Parity Movement, uma organização sem fins lucrativos que atua no combate ao bullying acadêmico. Essa conexão pode facilitar o acesso a outros cientistas seniores que conheçam seu trabalho e possam oferecer suporte. A abordagem direta e honesta sobre a experiência pode ajudar a minimizar o impacto da lacuna na carreira durante o processo de seleção.
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