Cientistas criaram um tipo de célula humana que consegue se esconder do sistema imunológico, mostrando resultados promissores no tratamento da doença de Parkinson. Essa pesquisa, publicada na revista Cell Stem Cell, revelou que essas células ajudaram a melhorar o controle muscular em ratos, sem precisar de medicamentos que diminuem a defesa do corpo.
A nova abordagem envolve a criação de células que atuam como um “manto de invisibilidade” para o sistema imunológico. Isso é importante para tratamentos que substituem células doentes, como em diabetes tipo 2 e doenças cardíacas, evitando os riscos de infecções e câncer que vêm com os imunossupressores.
Os pesquisadores mudaram a atividade de oito genes nas células, fazendo com que se comportassem como células da placenta e câncer, que já conseguem evitar a detecção do sistema imunológico. Usando células-tronco humanas, eles transformaram essas células em neurônios para tratar Parkinson.
Quando injetaram os neurônios em ratos com sistema imunológico humano, as células não foram rejeitadas. Após doze semanas, os ratos mostraram uma melhora significativa na função muscular, indicando que essa nova técnica pode ser eficaz no tratamento de doenças neurodegenerativas.
Cientistas desenvolveram uma linha celular humana que consegue evitar a detecção pelo sistema imunológico, com resultados promissores no tratamento da doença de Parkinson. A pesquisa, publicada na revista Cell Stem Cell, mostra que essas células restauraram o controle muscular em ratos, eliminando a necessidade de medicamentos imunossupressores.
O estudo propõe uma abordagem inovadora, criando uma linha celular que atua como um “manto de invisibilidade” para o sistema imunológico. Essa técnica é fundamental para terapias de substituição celular, que visam tratar diversas condições, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas, sem os riscos associados aos imunossupressores, que podem causar infecções e câncer.
Os pesquisadores alteraram a atividade de oito genes nas células, permitindo que elas se comportassem de maneira semelhante a células da placenta e câncer, que já são conhecidas por evadir a vigilância imunológica. Utilizando células-tronco pluripotentes humanas, as células foram diferenciadas em neurônios adequados para o tratamento da doença de Parkinson.
Após a injeção dos neurônios em ratos com sistema imunológico humano, os resultados mostraram que as células não foram rejeitadas. Doze semanas após o transplante, os ratos apresentaram uma melhora significativa na função muscular, indicando que a abordagem é eficaz e abre novas possibilidades para o tratamento de doenças neurodegenerativas.
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