Uma menina chamada Amy nasceu no Reino Unido após sua mãe, Grace Davidson, receber um transplante de útero da irmã. O nascimento aconteceu em 27 de fevereiro de 2023, em um hospital em Londres, e ambas estão saudáveis. Grace, de 36 anos, ficou muito feliz e disse que foi o maior presente que poderiam ter recebido. Ela nasceu com uma condição que a deixou sem um útero funcional, chamada síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser. O transplante foi feito em fevereiro de 2021, com o órgão doado por sua irmã, Amy Purdie, que já tem duas filhas. Um médico envolvido no procedimento comentou que o nascimento de Amy é um grande avanço após muitos anos de pesquisa. Desde 2013, mais de 100 transplantes de útero foram feitos no mundo, resultando em cerca de 50 bebês saudáveis. O pai, Angus Davidson, também expressou gratidão à equipe que ajudou a família durante essa jornada.
Uma menina nasceu no Reino Unido após sua mãe, Grace Davidson, ter recebido um transplante de útero doado por sua irmã. O nascimento de Amy ocorreu em 27 de fevereiro de 2023, no hospital Queen Charlotte and Chelsea, em Londres. Ambas estão saudáveis e felizes com a chegada da criança. Davidson, de 36 anos, expressou sua gratidão, afirmando que receberam “o maior presente que poderiam ter pedido”.
Grace Davidson foi a primeira mulher no Reino Unido a passar por um transplante de útero, procedimento realizado em fevereiro de 2021 no Centro de Transplantes de Oxford. Ela nasceu com a síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser, uma condição que a deixou sem um útero funcional. O transplante foi possível graças à doação de sua irmã, Amy Purdie, de 42 anos, que já tinha duas filhas.
O professor Richard Smith, cirurgião ginecológico que coordena o programa de doadores vivos no Reino Unido, destacou que o nascimento de Amy representa “o ponto máximo de mais de 25 anos de pesquisa”. Desde 2013, mais de 100 transplantes de útero foram realizados em todo o mundo, resultando em cerca de 50 bebês nascidos saudáveis.
O pai, Angus Davidson, também comentou sobre a experiência, mencionando a equipe que apoiou a família durante a jornada para ter Amy. O sucesso do procedimento no Reino Unido pode abrir novas possibilidades para mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar.
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