Um incêndio em um veículo enchufável em Alcorcón resultou na morte de dois bombeiros, reacendendo o debate sobre a segurança de veículos elétricos e híbridos. Um estudo da AutoinsuranceEZ revelou que os veículos híbridos têm a maior taxa de incêndios, com três mil quatrocentos e setenta e quatro ocorrências para cada cem mil unidades vendidas. Em comparação, os veículos a gasolina e diesel registram mil quinhentos e vinte e nove incêndios, enquanto os elétricos são considerados os mais seguros, com apenas vinte e cinco casos.
Especialistas alertam que, apesar da segurança dos veículos elétricos, novos riscos surgem com a crescente adoção dessa tecnologia. César Martín-Gómez, professor da Universidade de Navarra, destaca a falta de regulamentação adequada na Espanha para garantir a segurança em edifícios. Embora a Aedive, associação do setor, afirme que já existem normas para instalações elétricas, Martín-Gómez ressalta a necessidade de revisar as medidas de segurança, especialmente em estacionamentos subterrâneos.
Mohd Zahirasri, especialista em baterias, explica que os incêndios em veículos elétricos podem liberar gases tóxicos, como o fluoruro de hidrogênio, que não são comuns em incêndios de veículos a combustão. Os bombeiros estão se preparando para lidar com esses novos tipos de incêndios, que têm dinâmicas diferentes. Patxi Ayensa, do Grupo de formação de incidentes em veículos dos Bombeiros de Navarra, enfatiza a importância de identificar o tipo de veículo em chamas para uma resposta adequada.
Para prevenir incêndios, a Allianz Partners recomenda que os proprietários de veículos elétricos verifiquem a instalação elétrica de suas residências e realizem manutenção periódica. Além disso, é sugerido que os veículos elétricos sejam estacionados em áreas mais altas e próximas a saídas em garagens, facilitando o trabalho dos bombeiros em caso de emergência. As novas tecnologias e sistemas de segurança devem ser constantemente avaliados para garantir a proteção de todos.
Um incêndio em um veículo enchufável em Alcorcón resultou na morte de dois bombeiros, reacendendo o debate sobre a segurança de veículos elétricos e híbridos. Um estudo da AutoinsuranceEZ revela que os veículos híbridos apresentam a maior taxa de incêndios, com três mil quatrocentos e setenta e quatro ocorrências para cada cem mil unidades vendidas. Em comparação, os veículos a gasolina e diesel têm mil quinhentos e vinte e nove incêndios, enquanto os elétricos são os mais seguros, com apenas vinte e cinco casos.
Especialistas alertam que, apesar da segurança dos veículos elétricos, novos riscos surgem com a crescente adoção dessa tecnologia. César Martín-Gómez, professor da Universidade de Navarra, destaca que a falta de regulamentação adequada em Espanha para garantir a segurança em edifícios é uma preocupação. Embora a Aedive, associação do setor, afirme que já existem normas para instalações elétricas, Martín-Gómez ressalta a necessidade de revisar as medidas de segurança, especialmente em estacionamentos subterrâneos.
Mohd Zahirasri, especialista em baterias, explica que os incêndios em veículos elétricos podem liberar gases tóxicos, como o fluoruro de hidrogênio, que não são comuns em incêndios de veículos a combustão. Os bombeiros estão se preparando para lidar com esses novos tipos de incêndios, que têm dinâmicas diferentes. Patxi Ayensa, do Grupo de formação de incidentes em veículos dos Bombeiros de Navarra, enfatiza a importância de identificar o tipo de veículo em chamas para uma resposta adequada.
Para prevenir incêndios, a Allianz Partners recomenda que os proprietários de veículos elétricos verifiquem a instalação elétrica de suas residências e realizem manutenção periódica. Além disso, é sugerido que os veículos elétricos sejam estacionados em áreas mais altas e próximas a saídas em garagens, facilitando o trabalho dos bombeiros em caso de emergência. As novas tecnologias e sistemas de segurança devem ser constantemente avaliados para garantir a proteção de todos.
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