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Projeto eólico offshore de Massachusetts pode continuar, decide juiz

Justiça determina que o projeto eólico offshore de Massachusetts pode seguir, contestando ordem de paralisação da administração Trump

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Wind turbines operate at Vineyard Wind 1 offshore wind farm off the coast of Massachusetts, July 19, 2025. (AP Photo/Carolyn Kaster, File)
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  • Um juiz federal em Boston decidiu que o projeto de eólica offshore de Massachusetts pode continuar, mesmo após a ordem de paralisação.
  • A decisão suspende a ordem de interromper o trabalho, citando possíveis perdas econômicas e a probabilidade de sucesso das reivindicações dos desenvolvedores.
  • Vineyard Wind é um dos cinco grandes projetos de eólica offshore no Atlântico Norte que foram congelados pela administração Trump pouco antes do Natal.
  • Desenvolvedores e estados entraram com ações legais para bloquear a ordem da administração.
  • O projeto já está em estágio avançado de construção e é o quarto entre os cinco a receber permissão para seguir adiante.

O juiz federal de Boston determinou que o projeto de energia eólica offshore de Massachusetts, quase concluído, pode seguir em frente. A ordem de paralisação imposta pela administração Trump foi suspensa, com base no potencial prejuízo econômico das demoras e na probabilidade de sucesso das alegações dos desenvolvedores.

Vineyard Wind está entre cinco grandes projetos de eólica marinha no Leste dos EUA que foram congelados poucos dias antes do Natal pela gestão anterior, citando preocupações de segurança nacional. Este é o quarto caso em que o andamento foi autorizado após litígios.

Quem está envolvido: a Vineyard Wind, os desenvolvedores do projeto e representantes estaduais apresentaram ações legais contestando a ordem. O processo é conduzido no Tribunal Distrital dos EUA em Boston.

Quando e onde: a decisão foi proferida na terça-feira, em Boston, nos EUA. A paralisação havia sido anunciada pela administração federal e contestada no litígio em curso.

Por quê: a Corte entendeu que suspender a paralisação era necessário para evitar perdas econômicas significativas e porque há indícios de que as alegações dos autores têm fundamento suficiente para meritarem análise mais aprofundada.

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