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Mais perfuração no Mar do Norte expõe Reino Unido aos mercados de combustíveis

Ministros alertam que ampliar a perfuração no Mar do Norte mantém o Reino Unido vulnerável a oscilações dos mercados de combustíveis fósseis e ao preço da energia

A Labour MP wrote in the Sun this week that additional drilling in the North Sea would help ‘kickstart economic growth’. Photograph: Danny Lawson/PA
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  • Ministros dizem que ampliar a exploração no Mar do Norte deixaria o Reino Unido mais dependente de combustíveis fósseis, aumentando a exposição a mercados voláteis.
  • Há pressão de conservadores e alguns deputados do Labour para ampliar licenças de petróleo e gás, contrariando a promessa de não novas licenças e avaliando os campos Rosebank e Jackdaw.
  • Ed Miliband afirma que apenas energia limpa pode trazer soberania energética e segurança nacional, destacando a necessidade de reduzir a dependência de fósseis.
  • Rachel Reeves deve apresentar, na Câmara, planos para proteger as famílias de futuras altas de tarifas e criar mecanismos anti-varejo para frear a exploração de preços.
  • O governo sinaliza avanços, com a implementação da revisão Fingleton para acelerar nuclear e possíveis indenizações para projetos de segurança energética, para manter a produção doméstica.

O governo britânico afirmou que expandir a exploração de gás e petróleo no Mar do Norte aumentaria a vulnerabilidade do Reino Unido a mercados de combustíveis fósseis voláteis, em meio a pedidos de alguns parlamentares para levantar a proibição de novas licenças e abrir projetos como Rosebank e Jackdaw. A pressão vem de membros conservadores e parte da oposição do Partido Trabalhista.

O vice-primeiro-ministro e ministro de Energia, Michael Shanks, disse que o país está aprendendo com o atual choque energético para não depender de combustíveis fósseis da mesma forma no futuro, ressaltando o impacto sobre tarifas domésticas. O ministro criticou o exposto aos preços de gás durante a crise.

A premiê interina e a secretária do Tesouro devem apresentar, no Parlamento, planos para proteger as famílias de tarifas elevadas, atribuídas à crise provocada pelo conflito no Oriente Médio. O governo também discute medidas para frear abusos de preços e melhorar a resiliência energética.

O Partido Trabalhista, representado pela secretária de Energia Shadow, defende acelerar a transição para energia limpa e maximizar a produção doméstica para reduzir choques de preço. Clero e deputados divergentes dentro da legenda sinalizaram que há apoio limitado a reabrir licenças de óleo e gás.

Entre os defensores de ampliar a exploração, um deputado trabalhista argumentou que mudanças na política energética poderiam estimular crescimento econômico, emprego e industrialização regional, destacando a necessidade de agir diante de turbulências geopolíticas.

Em contrapartida, o grupo que defende a transição energética rápida insiste que a prioridade é reduzir a dependência de combustíveis fósseis. O governo pretende implementar um novo marco anti-especulativo para coibir aumentos indevidos de preço em combustíveis, especialmente em postos.

Também está nos planos do governo acelerar mudanças regulatórias para viabilizar projetos de energia nuclear, com a implementação prevista ainda neste ano. A administração pondera oferecer garantias para projetos energéticos críticos diante de eventuais contestações legais.

Segundo o governo, o investimento público em energia de origem doméstica, incluindo nuclear e redes de linha de transmissão, visa sustentar tarifas estáveis e proteger consumidores a longo prazo. A mensagem é que a priorização da produção interna reduz vulnerabilidades externas.

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