- A CNMC, órgão antitruste e regulador de energia da Espanha, afirmou que o relatório sobre a queda de energia nacional não vai atribuir culpados pelo apagão.
- O presidente da CNMC, Cani Fernández, disse em audiência que o documento terá recomendações e conclusões.
- O apagão foi registrado em Espanha e em Portugal no dia 28 de abril, deixando amplas regiões sem luz por até dez horas.
- Segundo Fernández, os mecanismos regulatórios e técnicos à disposição da CNMC são suficientes para gerir o sistema de forma adequada.
O relatório da CNMC, autoridade espanhola de defesa da concorrência e regulação de energia, não vai atribuir culpa pelo grande apagão que atingiu a Península Ibérica no fim de abril do ano passado. Espanha e Portugal ficaram sem energia por até 10 horas em várias regiões.
A CNMC informou que o documento apresentará recomendações e conclusões técnicas, sem apontar responsáveis pelo incidente. A autoridade acrescentou que os mecanismos regulatórios e técnicos à sua disposição são suficientes para gerenciar o sistema de forma adequado.
Abordagem e próximos passos
A decisão de não atribuir culpa visa esclarecer causas e medidas preventivas. O relatório deve detalhar falhas identificadas, impactos na operação e propostas de melhoria para evitar repetição do evento.
Segundo a chefia da CNMC, Cani Fernández, o texto busca orientar decisões regulatórias futuras. A audiência com senadores ocorreu para discutir o andamento da investigação e as implicações para o setor energético nacional.
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