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Irã ameaça impedir que petróleo saia da região do Oriente Médio

Irã ameaça bloquear exportação de petróleo via Estreito de Ormuz; EUA avaliam escolta naval e uso de reservas para conter elevação de preços.

U.S. President Donald Trump speaks during a press conference in Miami.
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  • Irã disse que não permitirá a exportação de óleo da região através do Estreito de Hormuz até novo aviso, enquanto o Irã e seus aliados mantêm a posição de que o conflito continua sem cessar-fire.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que, se o fluxo de petróleo for interrompido, o país responderá com uma ação muito mais intensa.
  • Os preços do petróleo subiram, com o Brent próximo de US$ 90 o barril após atingir quase US$ 120 na véspera, e o WTI oscilou na faixa de US$ 85.
  • O governo dos EUA anunciou medidas como uma isenção de 30 dias para a Índia comprar petróleo russo já em Mar, e avalia ampliar sanções contra o petróleo russo para conter altas de preço.
  • A Agência Internacional de Energia realizou reunião de emergência para decidir vazamento de estoques de emergência, visando conter custos e manter o fluxo de petróleo no mercado global.

O Irã ameaçou bloquear a exportação de petróleo na região do Golfo, afirmando que não permitirá o escoamento pelo Estreito de Hormuz até que os ataques cessem. A declaração ocorreu em meio a uma escalada com Israel e vizinhos do Golfo, e coincide com novas ofensivas iranianas.

O governo de Teerã negou qualquer cessar-fogo e disse que controlará o fluxo de óleo na região. A medida é vista como resposta às ameaças de ataques e às tensões que envolvem EUA e aliadas na região.

Trading Energy Threats

Analistas apontam que o temor de novos ataques aumentou custos de seguro e limitou o trânsito de petroleiros pelo estreito, responsável por cerca de 20% do petróleo mundial. O Brent chegou a perto de 90 dólares o barril, após picos anteriores acima de 110 dólares.

O presidente dos EUA, Donald Trump, avisou que qualquer interrupção no fluxo pelo Estreito de Hormuz resultará em retaliação mais contundente. O tom contundente intensifica a pressão sobre mercados e políticas energéticas globais.

Na resposta, o governo americano tem considerado estratégias para manter o abastecimento, incluindo possíveis riscos de escolta de navios pelo fluxo de Hormuz. O Fundo de Desenvolvimento e Comércio dos EUA também avalia garantias de seguro marítimo para facilitar as viagens.

Além disso, a Agência Internacional de Energia (IEA) convocou reunião de emergência para avaliar a liberação de reservas estratégicas e conter a alta de preços. Países-membros detêm mais de 1,2 bilhão de barris em estoques públicos.

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