- O thinktank Common Wealth propõe que governos locais treinem e empreguem seus próprios profissionais para instalar isolamento, criando “corporations de melhoria de moradias”.
- o programa seria implementado rua a rua, começando pelas áreas mais desfavorecidas, com trinta corporações cobrindo a Inglaterra.
- a ideia busca ampliar o controle público sobre reformas de baixo carbono, aumentando a eficiência do uso de recursos públicos e reduzindo a dependência de contratados privados.
- o governo prevê investir £ 15 bilhões nos próximos três anos para melhorar isolamento, bombas de calor e painéis solares, como parte do plano warm homes.
- respostas variam; a NAO aponta falhas em esquemas anteriores e há apelo por uma investigação do SFO, enquanto autoridades locais citam exemplos positivos, como Holbeck, em Leeds, sob um eventual maior papel do setor público.
Céticos com a eficiência dos contratos privados, os conselhos britânicos ganham uma proposta de mudança radical: treinar e empregar seus próprios trabalhadores para instalar isolamento em residências. A ideia é começar pelas áreas mais pobres, aplicando melhorias em cada rua, uma a uma.
O estudo do thinktank Common Wealth sustenta que a criação de “companhias de melhoria de habitação” permitiria maior controle público sobre obras de retrofit de baixo carbono, com uso mais eficiente de recursos. A iniciativa visa ampliar a mão de obra qualificada para além dos contratos privados.
A proposta surge no contexto do plano de aquecimento doméstico de 15 bilhões de libras, anunciado pelo governo em janeiro. A meta é instalar melhor isolamento, bombas de calor e painéis solares, com ênfase em reduzir boletos de energia e emissões de gases.
Objetivos e viabilidade
Common Wealth aponta que a prática atual, que depender de contratação privada, gerou falhas. Relatório cita custos e atrasos, e menciona auditorias que apontaram necessidade de reparos em grande parte das soluções de isolamento.
De acordo com Madeleine Pauker, autora do estudo, o modelo público seria capaz de ampliar drasticamente a oferta de mão de obra especializada, com maior responsabilidade e supervisão. A proposta envolve até 140 mil trabalhadores permanentes no setor.
A visão é operar por meio de 30 “companhias de melhoria de habitação” que cobririam Inglaterra, promovendo upgraded de forma mais integrada, rua a rua, especialmente em comunidades carentes.
Reação de autoridades e impactos operacionais
O Departamento de Energia, Segurança e Net Zero afirma que o orçamento de 15 bilhões de libras pode renovar ruas inteiras de moradias sociais, reduzindo contas e aquecendo bairros. O órgão também cita a criação de uma Agência de Habitações Quentes para orientar as mudanças.
Christopher Hammond, CEO da UK100, destaca experiências positivas em Leeds, onde reparos e isolamento foram executados pela prefeitura com alta adesão dos moradores. Ele ressalta que a solução de conselhos já existentes também precisa ser prevista para escalabilidade.
Segundo o alerta institucional, o modelo proposto não é o único caminho. A rede de autoridades locais enfatiza que manter recursos estáveis e não competitivos pode potencializar benefícios regionais, além de manter padrões de qualidade.
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