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Conselho reaprova planos para nova planta de bioenergia

Conselho reaprova, pela segunda vez, Astwick Green, usina de bioenergia em Evenley, após alegação de falha na avaliação do plano local; biomometano para mais de oito mil casas

The plant would generate enough energy to heat more than 8,000 homes, Acorn Bioenergy says
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  • Planos para Astwick Green, em Evenley, Northamptonshire, foram reaprovados pela West Northamptonshire Council após questionamentos sobre possível violação de lei de planejamento.
  • O projeto da Acorn Bioenergy prevê uso de digestor anaeróbico para gerar biomethane, usando 21.000 toneladas de esterco e lodo, 41.000 toneladas de milho e 21.000 toneladas de palha por ano, suficiente para aquecer mais de oito mil lares.
  • A área do empreendimento é de 10,41 hectares e havia preocupações com tráfego, odores e impacto rural na região.
  • A votação terminou empatada em quatro a quatro, com o voto decisivo do conselheiro Scott Packer, da Reform UK, a favor do projeto.
  • Foram impostas salvaguardas, incluindo que pelo menos cinquenta por cento do insumo venha de até quinze quilômetros do local e um teto para o número de movimentações de veículos.

A West Northamptonshire Council aprovou pela segunda vez o projeto Astwick Green, em Evenley, Northamptonshire, proposto pela Acorn Bioenergy. A decisão ocorreu após questionamentos sobre possível violação de uma lei de planejamento.

A aprovação anterior foi realizada em setembro, mas o órgão revisitou o tema depois que terceiros alegaram falhas na avaliação conforme o Plano Local de Mineração e Resíduos de Northamptonshire. A reaprovação ocorreu em meio a um empate na comissão de planejamento.

Astwick Green prevê um digestor anaeróbio para transformar resíduos em biometano, um gás renovável. A planta deverá usar cerca de 21 mil toneladas de estrume e salsa de leite por ano, 41 mil de milho e 21 mil de feno para gerar energia para mais de 8 mil casas.

O terreno de 10,41 hectares é alvo de críticas sobre tráfego, odores e impacto rural. A Acorn Bioenergy afirma que o projeto tem salvaguardas rigorosas para evitar danos aos vizinhos, destacando que não haverá cheiro, poeira nem barulho.

A decisão incluiu condições: no mínimo 50% do material deverá vir de no máximo 15 km de distância, e houve limite para o volume de deslocamentos de veículos. Agricultora local apoia o empreendimento, argumentando que o projeto pode oferecer renda estável, fertilizante local e oportunidades de emprego rural.

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