- A Jersey Electricity decidiu não seguir adiante com o parque solar de 5,2 MW em 20 acres de terreno da coroa, em Belle Fontaine, St Martin, após ouvir feedback de moradores e proprietários.
- O projeto previa painéis que operariam junto com culturas e gado, mas foi abandonado por causa da resposta da comunidade local.
- O ativista William Layzell disse que a terra na ilha é preciosa e precisa ser protegida de esse tipo de empreendimento.
- A empresa mantém o compromisso com energia mais limpa e vai buscar locais em parceria com a agricultura, além de consultar o público nas fases iniciais de futuros projetos.
- Layzell afirmou que o esforço por fazendas solares na ilha é um “problema que atinge toda a ilha”, questionando a viabilidade econômica e o impacto na paisagem.
A Jersey Electricity decidiu não avançar com um parque solar de 5,2 megawatts em Belle Fontaine, St Martin, em terreno de 20 acres. O projeto previa painéis que operariam em conjunto com lavouras e gado, visando diversificar o fornecimento de energia na ilha.
A decisão foi tomada após receber feedback de moradores locais e discutir com os proprietários das terras. A companhia afirmou manter o compromisso com energia mais limpa e buscar novos locais para projetos em parceria com a agricultura.
O movimento de oposição ganhou impulso entre moradores, que enxergam impactos no uso da terra e no custo da energia. O debate sobre a viabilidade de usinas em campos agrícolas já ocorreu em outras áreas da ilha.
A empresa ressaltou que continuará consultando o público nas fases iniciais de eventuais novidades envolvendo painéis solares e permanecerá atento a soluções que conciliem energia e atividade agrícola.
Contexto e próximos passos
A Jerseye Electricity enfatiza a importância de fontes renováveis para a resiliência energética, ao mesmo tempo em que reconhece preocupações locais sobre paisagem, uso da terra e custo para o consumidor.
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