- Brasil fechou 2025 com desemprego de 5,6% e taxa de ocupação de 59,1%, conforme o IBGE.
- Em 2024, o desemprego foi de 6,6% e a ocupação, 58,6%, indicando recuo de um ponto percentual.
- Maiores taxas de desemprego em 2025: Bahia e Pernambuco, 8,7% cada, e Piauí, 9,3%; menores taxas: Mato Grosso, 2,2%; Santa Catarina, 2,3%; Mato Grosso do Sul, 3,0% (20 estados registraram recorde).
- Subutilização ficou em 14,5%, informalidade em 38,1% e desalentados chegaram a 2,6%.
- Renda média anual real dos trabalhadores foi de R$ 3.560, abaixo de R$ 3.440 no ano anterior; há desigualdades regionais, com renda acima de R$ 6 mil no Distrito Federal e abaixo de R$ 2,5 mil no Maranhão.
O Brasil fechou 2025 com a menor taxa anual de desemprego já registrada pela série do IBGE, em 5,6%. O indicador de ocupação ficou em 59,1%. Os números foram divulgados pelo instituto nesta sexta-feira, 20 de fevereiro.
Na comparação com 2024, houve queda de 1 ponto percentual na desocupação, que ficou em 6,6%. O contingente de pessoas ocupadas subiu de 58,6% para 59,1%.
As maiores taxas de desemprego em 2025 foram registradas na Bahia (8,7%), Pernambuco (8,7%) e Piauí (9,3%). Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso do Sul (3,0%) tiveram os menores índices.
Ao todo, 20 unidades da federação fecharam o ano com a menor taxa anual de desocupação da série histórica. O analista do IBGE William Kratochwill cita dinamismo do mercado e aumento de rendimento real como fatores principais, mas alerta para problemas estruturais.
A taxa anual de subutilização ficou em 14,5%, e a de informalidade, 38,1% da população ocupada. Também houve 2,6% de desalentados, pessoas que desistiram de buscar emprego.
O rendimento real médio anual dos trabalhadores foi de 3.560 reais, ante 3.440 reais em 2024. Regions apresentam desigualdades: acima de 6 mil reais no Distrito Federal e abaixo de 2.500 reais no Maranhão.
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