- Simone Tebet afirmou que Fernando Haddad não deve fugir da disputa em São Paulo; para ela, o quadro eleitoral no estado fica incompleto sem ele.
- A declaração foi feita durante conversa com jornalistas em Brasília, na saída do evento de assinatura do pacto contra o feminicídio.
- Tebet pretende concorrer ao Senado por São Paulo, mas não descarta concorrer pelo Mato Grosso do Sul, com possibilidade de mudança de domicílio até abril.
- Segundo a ministra, a eleição em São Paulo exigiria pelo menos dois nomes fortes ligados ao governo para enfrentar o atual governador Tarcísio de Freitas, que busca a reeleição.
- Tebet já citou Fernando Haddad e Geraldo Alckmin como nomes fortes no campo governista com potencial para levar a disputa ao segundo turno.
Simone Tebet afirma que Haddad é essencial como candidato em SP
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB-MS), afirmou a jornalistas, nesta quarta-feira (4), em Brasília, que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não poderia ficar de fora da disputa eleitoral em São Paulo. Ela disse que o cenário paulista fica incompleto sem a participação dele.
Para Tebet, o quadro eleitoral em São Paulo exige a presença de nomes fortes ligados ao governo, especialmente para enfrentar a reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ela comentou que duas lideranças independem da base governista seriam importantes para enfrentar a candidatura de Freitas.
Tipo de candidatura de Tebet
A ministra tem sinalizado a intenção de disputar o Senado Federal por São Paulo, integrando a base do governo. Não descartou a possibilidade de disputar por Mato Grosso do Sul, seu estado de origem, com a troca de domicílio eleitoral permitida até abril.
Parcerias e cenários
Tebet citou Haddad e Geraldo Alckmin (PSB) como nomes fortes do campo governista, com potencial para levar a disputa ao segundo turno. A ideia é manter um núcleo de lideranças próximas ao presidente Lula para o embate político estadual.
Contexto e próximos passos
A declaração ocorre durante o evento de assinatura de um pacto contra o feminicídio, em Brasília. Não houve confirmação de mudanças formais de alianças ou de candidaturas, mas o tema indica o interesse da base governista em consolidar chapas competitivas no maior colégio eleitoral do país.
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