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Recursos da venda da Copasa vão para pelo menos 190 obras de infraestrutura

Recursos da venda da Copasa, de R$ 8,38 bilhões, serão aplicados em pelo menos duzentas obras de infraestrutura em Minas Gerais

Evento "Infraestrutura 2027-2030: Investimentos e Desafios"
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  • A Copasa foi vendida por leilão na B3, com o consórcio Águas de Minas (Aegea Saneamento e Águas de Minas) sendo o comprador, operação a maior venda de uma estatal de saneamento no Brasil.
  • O governo de Minas recebeu R$ 8,38 bilhões com a privatização, que serão usados para quitar dívidas e financiar obras de infraestrutura.
  • Serão investidas, no mínimo, duzentas obras de infraestrutura em todo o estado, abrangendo malha viária, saneamento, habitação, mobilidade urbana, saúde, educação, segurança pública, cultura, esporte e lazer.
  • A ação deve beneficiar diretamente cerca de quatro milhões de habitantes, além de ampliar o acesso ao saneamento básico e melhorar a mobilidade.
  • A privatização integra o programa estadual de privatizações, com aprovação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e apoio de entidades empresariais e da sociedade civil.

O governo de Minas Gerais arrecadou 8,38 bilhões de reais com a venda da Copasa, estatal de saneamento. O montante será aplicado, de forma inicial, em pelo menos 190 obras de infraestrutura no estado, incluindo saneamento, mobilidade, habitação e esporte. A privatização ocorreu em 16 de junho, por meio de leilão na B3, em São Paulo. O comprador foi o consórcio Águas de Minas, formado pela Aegea Saneamento e Águas de Minas. A operação é a maior venda de uma empresa de saneamento já realizada no Brasil.

Segundo o governo, os recursos serão usados para ampliar o acesso a saneamento básico, melhorar vias e mobilidade urbana, além de projetos de saúde, educação, cultura e segurança pública. O objetivo é gerar emprego, renda e desenvolvimento para Minas Gerais. A expectativa é beneficiar aproximadamente 4 milhões de habitantes direta ou indiretamente.

O segredo por trás da operação envolve o programa de privatizações do estado, considerado estratégico para atrair investimentos e elevar a eficiência dos serviços públicos. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou a venda, com apoio de entidades empresariais e da sociedade civil, conforme divulgado pelo governo.

Mais detalhes do cronograma ainda serão definidos, mas o governo já sinaliza que os recursos quitarão dívidas estaduais e financiarão o Plano de Desenvolvimento de Minas Gerais, com foco em infraestrutura e melhoria da qualidade de vida da população.

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