- Entre 2022 e 2024, a aviação offshore brasileira transportou 2,58 milhões de passageiros, aumento de 21,2% e maior volume já registrado na costa.
- Ao longo do triênio, foram realizados 137.209 voos offshore nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
- Em 2024, foram 939.889 passageiros, contra 775 mil em 2022.
- O ranking de aeródromos com mais passageiros no período teve o heliporto Farol de São Tomé na liderança, com 980 mil passageiros (38%), seguido pelo aeroporto de Jacarepaguá (586 mil) e Cabo Frio (360 mil).
- O estado do Rio de Janeiro respondeu por 92,2% dos voos offshore no Sul e Sudeste, segundo dados do Anuário Estatístico de Tráfego Aéreo.
A aviação offshore brasileira atingiu 2,58 milhões de passageiros entre 2022 e 2024, um avanço de 21,2% e o maior volume já registrado na costa. Os números são exclusivos do UOL e integram o PMCTA, sob licenciamento ambiental do Ibama e responsabilidade da Petrobras.
Ao todo, o triênio contabilizou 137.209 voos offshore nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em 2024, passaram pelos heliportos 939.889 passageiros, ante 775 mil em 2022.
Ranking
Heliporto Farol de São Tomé (Campos dos Goytacazes, RJ) lidera com 980 mil passageiros (38%). Aeroporto de Jacarepaguá (RJ) aparece em segundo com 586 mil (22,7%). Cabo Frio (RJ) soma 360 mil (13,9%), Macaé (RJ) 351 mil (13,6%) e Vitória (ES) 143 mil (5,5%).
Rio de Janeiro em destaque
O Rio concentra 92,2% dos voos offshore no Sul e Sudeste. Em 2024, Farol de São Tomé registrou 16.047 voos offshore (46,7% do total do heliporto). Jacarepaguá teve 9.176 voos (11,1%), Macaé 7.039 (26,7%), Cabo Frio 6.041 (28,3%).
O PMCTA
O programa consolidou dados de voos, passageiros e cargas de helicópteros que atendem plataformas e embarcações. A coleta permite acompanhar a evolução da atividade e avaliar impactos logísticos nas regiões atendidas. A base de dados é considerada inédita.
O papel da infraestrutura
Plataformas distantes da costa dependem de helicópteros de grande porte, com até 19 passageiros, para troca de equipes, envio de suprimentos e emergências. Em territórios com operações intensas, alguns terminais apresentam alta relação entre aviação offshore e movimento total.
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