O governo federal pretende liberar até 4,5 bilhões de reais do FGTS para que trabalhadores paguem dívidas. A medida, ainda não anunciada oficialmente, pode liberar até 20% do saldo disponível das contas. O objetivo é reduzir endividamento de famílias e empresas.
Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o benefício atende quem ganha até cinco salários mínimos, hoje em torno de 8 mil reais mensais. A proposta permite uso parcial do FGTS para quitação de débitos com instituições financeiras.
Como funciona
O FGTS será utilizado apenas após renegociação prévia com o banco credor. Com autorização do trabalhador, o valor é transferido pela Caixa Econômica Federal ao credor, para quitar as parcelas atrasadas.
Prazo e etapas
A liberação é limitada no tempo e não compromete o patrimônio do fundo, que supera 700 bilhões de reais. A ideia é apresentar o plano em etapas, começando pela reorganização de dívidas, depois ampliar o crédito para investimentos.
Contexto e próximos passos
O anúncio oficial deve ocorrer na primeira semana de maio, com possível fala do presidente Lula na agenda presidencial. A expectativa é de que o governo siga novas ações para estimular empregos e abrir mercados.
Impacto esperado
Especialistas avaliam que a medida pode reduzir inadimplência de famílias com renda moderada. O governo monitora impactos sobre o fluxo de caixa do FGTS e a garantia de recursos para futuras políticas sociais.
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