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Agência de direitos civis processa engarrafadora da Coca‑Cola por excluir homens

EEOC processa engarrafadora da Coca-Cola por excluir homens em evento de networking, primeira ação sobre DEI durante o governo Trump

Bottles of Coca-Cola lined up, likely in a factory.
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  • A Comissão de Igualdade de Oportunidades no Emprego dos EUA (EEOC) processou a Coca-Cola Beverages Northeast por suposta discriminação de sexo, após evento de networking que excluiu homens, ocorrido em setembro de 2024 em um cassino em Connecticut.
  • A ação, apresentada em tribunal federal de New Hampshire, é a primeira movida pela EEOC contra programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) no governo Trump e no setor privado.
  • O processo sustenta que excluir um grupo protegido de trabalhadores de um evento patrocinado pela empresa é ilegal, fortalecendo a linha de defesa de que programas de DEI podem ser questionados.
  • Segundo a ação, o evento de dois dias destinaram atividades sociais, exercícios de team building, atividades recreativas e palestras com um alto executivo da Coca-Cola, para cerca de 250 funcionárias.
  • A Coca-Cola Beverages Northeast, controlada pela Kirin Holdings, não foi parte alegando a Coca-Cola como ré, e a empresa não comentou o caso; as funcionárias foram dispensadas de suas funções normais sem usar folga remunerada, com as despesas de hotel cobertas.

A Justiça Federal dos Estados Unidos recebeu uma ação da Equal Employment Opportunity Commission (EEOC) contra um engarrafador e distribuidor de Coca-Cola, acusado de discriminação de sexo ao promover um evento de networking exclusivo para funcionárias. O processo aponta que o evento ocorreu em setembro de 2024, para cerca de 250 funcionárias, em um cassino no estado de Connecticut. A empresa envolvida é Coca-Cola Beverages Northeast; a Coca-Cola não é ré, e a ação foi movida pela EEOC, em tribunal federal de New Hampshire. A acusação envolve violação de leis federais de igualdade de oportunidades.

O caso marca a primeira ação da EEOC relacionada a programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) após a posse de Donald Trump, conforme a própria agência. O foco é a exclusão de um grupo protegido, neste caso homens, de um evento promovido pela empresa. A EEOC sustenta que excluir homens de atividades patrocinadas pela empresa é ilegal e viola direitos de participação igualitária no ambiente de trabalho.

Entre os fatos alegados pela ação, o evento de dois dias contou com recepção social, atividades de integração, jogos recreativos e palestras, incluindo a participação de um alto executivo da Coca-Cola. Segundo a denúncia, as funcionárias convidadas tiveram dispensa de suas tarefas normais sem necessidade de usar férias pagas, e a empresa arcou com todas as despesas de hospedagem. A Coca-Cola Beverages Northeast ainda é responsabilizada pela organização do evento.

Contexto de DEI no governo e ações da EEOC

A EEOC também aponta investigações sobre políticas de DEI em outras empresas, incluindo Nike e Northwestern Mutual, além de ter solicitado informações de 20 grandes escritórios de advocacia sobre suas práticas de diversidade. O objetivo da agência é avaliar se programas de DEI podem, em alguns casos, configurar discriminação reversa conforme argumentado pela atual administração. A defesa da diversidade é vista por apoiadores como instrumento de inclusão, enquanto críticos afirmam que certas ações podem privilegiar um grupo sobre outro.

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