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Fundação Mohammadi denuncia falta de atendimento médico após infarto em prisão

Coalizão pela libertação de Narges Mohammadi pide autorização médica imediata ao Irã, citando estado de saúde extremamente delicado após suposto infarto na prisão

Una procesión con antorchas y carteles de Narges Mohammadi tras la ceremonia de entrega del Premio Nobel de la Paz celebrada en Oslo, Noruega, el 10 de diciembre de 2023.
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  • A fundação de Narges Mohammadi afirma que ela apresentou sinais de ataque cardíaco na prisão e não recebeu atendimento médico adequado, solicitando licença médica imediata devido ao estado de saúde considerado “extremamente delicado”.
  • A coalizão Free Narges diz ter encontrado Mohammadi com fraqueza física evidente e perda de peso durante visita à prisão de Zanjan, após um episódio em Mashhad em que ficou inconsciente por mais de uma hora.
  • Suspeitas de complicações cardíacas acompanham dores de cabeça fortes, náuseas, visão dupla e redução da visão, agravadas por histórico de doença pulmonar e cardíaca e a presença de um stent no coração.
  • A defesa de Mohammadi denuncia piora das condições de segurança na prisão, com ela mantida em cela junto de condenados por crimes violentos, além de riscos adicionais em razão de tensões regionais e ataques recentes na área.
  • A coalizão pede liberdade humanitária para Mohammadi e outros presos por direitos humanos, assegurando acesso a assistência médica, assistência jurídica e contato com a família, em conformidade com o direito internacional.

A fundação que leva o nome de Narges Mohammadi, vencedora iraniana do Nobel da Paz, informou que a ativista não tem recebido atendimento médico adequado após o que seria um infarto em prisão. A coalizão pela sua libertação pediu autorização médica imediata para ela deixar o presídio, alegando estado de saúde extremamente delicado.

Segundo a organização, a equipe jurídica e a família encontraram Mohammadi com fraqueza física e perda de peso ao visitá-la, na prisão de Zanjan. O alerta também cita um episódio anterior, no dia 24 de março, em Mashhad, durante o qual Mohammadi ficou inconsciente por mais de uma hora na cela.

Relatos indicam que a enfermeira do centro de detenção atendeu a emergência e a gravidade do quadro motivou internação provisória na enfermaria do pavilhão feminino, com recuperação após a medicação. Autoridades teriam recusado transferência hospitalar para avaliação médica especializada.

A coalizão Free Narges afirma estar preocupada com a falta de atendimento médico independente e com o risco à vida da ativista. O grupo, com sede em Paris, pediu que o governo iraniano conceda permissão médica imediata e garanta acesso a tratamento adequado.

Mohammadi cumpre várias condenações, somando até 18 anos de prisão, por acusações como reunião contra a segurança nacional e propaganda contra o Estado. As sentenças incluem exílio interno e proibição de viajar. A coalizão cobra também assistência jurídica, contato com a família e proteção a sua integridade física.

Estado de saúde e condições de detenção

De acordo com a coalizão, Mohammadi permanece sob vigilância estrita na prisão de Zanjan e pode estar dividida de forma insegura entre instalações com presos condenados por crimes violentos. A entidade citou ainda condições de segurança deterioradas na região, além de recentes bombardeios próximos ao complexo prisional.

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