- Relatório da Human Rights Watch aponta infiltração de facções criminosas no Brasil por meio da cooptação de agentes públicos.
- Segundo a organização, essa prática representa ameaça à segurança pública e à integridade do sistema democrático.
- A cooptação envolve policiais, políticos e servidores para consolidar poder e ampliar atividades ilícitas.
- A HRW recomenda medidas eficazes de combate à cooptação, com fortalecimento da fiscalização, controle, transparência e responsabilização.
- A organização destaca a necessidade de atuação integrada entre governos, em diferentes níveis, e a sociedade civil para enfrentar o fenômeno.
O relatório da Human Rights Watch aponta infiltração de facções criminosas no Brasil, atuando de forma a fragilizar a segurança pública e as instituições. Segundo a organização, a cooptação de agentes públicos é prática comum para ampliar o poder criminoso.
A análise indica atuação crescente nos últimos anos, com casos envolvendo corrupção, violência e controle de territórios. Policiais, políticos e servidores aparecem entre os atores cooptados para fortalecer redes ilícitas.
A HRW recomenda medidas firmes para enfrentar o problema, incluindo fiscalização mais rígida, transparência e responsabilização de agentes envolvidos. A organização destaca a necessidade de cooperação entre governo, órgãos de controle e sociedade civil.
Medidas recomendadas pela HRW
- Fortalecer mecanismos de combate à cooptação.
- Ampliar fiscalização e controle sobre o funcionamento de órgãos públicos.
- Promover transparência e responsabilização de agentes públicos.
- Reforçar atuação integrada entre esferas de governo e sociedade civil.
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