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V&A apresenta galerias de design atualizadas do século XXI

V&A reabre galerias Design 1990-Now com 250 objetos, mostrando como o design molda a vida contemporânea e relembra episódios históricos

Apple Computer 1977 and a Labubu. Displays cover six different themes, including housing and living, crisis and conflict, and consumption and identity.
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  • A galeria Design 1990-Now do V&A reabre com 250 objetos, incluindo 60 novas adições, mostrando como o design molda a vida moderna.
  • Os objetos estão distribuídos em seis temas, como moradia, crise, consumo e identidade, sem seguir ordem estritamente cronológica.
  • Entre as peças, estão o primeiro monitor de bebê, a lista de uniforme da Nigéria de 2018, um radiola dos anos oitenta, partes de um computador de Edward Snowden, um crachá “Please offer me a seat” e o Labubu.
  • Parte das peças vem do Rapid Response, como selos de Snake Island, uma “medalha de vida” para ativistas ambientais e objetos como o Labubu.
  • A mostra também destaca como a história se repete ao usar designs de décadas diferentes e inclui objetos como a lâmpada da Ikea, o iPhone, a roupa de banho burkini e o laptop de Snowden.

Os laboratórios do design ganham destaque na renovação do acervo do Victoria and Albert Museum (V&A) em Londres. As galerias Design 1990-Now reabriram ao público com foco em como o design molda a vida contemporânea, reunindo 250 objetos, incluindo 60 surgidos recentemente.

A exposição, distribuída em duas salas no piso superior, não segue uma ordem cronológica rígida. Em vez disso, organiza temas como moradia, crise e consumo, para oferecer leituras cruzadas sobre mudanças atuais e passadas.

Entre os itens, aparecem o primeiro monitor de bebê, o kit da Nigéria para a Copa de 2018, um rádio dos anos 80, peças de Snowden e uma badge com o grito de socorro no trajeto de assento. O conjunto é enriquecido por livros antigos.

A seleção conta com obras vindas do Rapid Response, projeto que incentiva o público a sugerir itens contemporâneos para a coleção. Entre eles estão selos de Snake Island, uma medalha de vida para ações ambientais e a figura do Labubu.

A curadora sênior Corinna Gardner ressalta o objetivo da mostra: despertar no visitante a percepção de que o mundo de hoje pode responder pelo passado. Afinal, o design está nas coisas que usamos e na forma como organizamos o espaço.

A mostra também destaca o aspecto físico e técnico dos objetos do cotidiano, como uma lâmpada da Ikea. Segundo Gardner, o design prioriza transporte eficiente e estética doméstica, revelando a lógica por trás de escolhas comuns.

Na última seção, dedicada a dados e comunicação, o design dos últimos 25 anos ganha relevo. O laptop de Edward Snowden figura entre os itens, destacando debates sobre o espaço público digital e a história recente.

O Labubu, junto a livros antigos, celebra como o design pode romper rotinas. Gardner comenta que momentos de curiosidade entre a equipe da biblioteca ilustram esse efeito disruptivo.

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