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Arquitetura como escultura eleva mansão em Bel Air a US$ 135 milhões

Villa Siena, em Bel Air, é apresentada como arquitetura em escala monumental, combinando arte e funcionalidade para alcançar US$ 135 milhões

Com seus 3.250 metros quadrados, a Villa Siena se apresenta como um monumento. Observando com mais atenção, percebe-se que é, na verdade, uma composição de pequenos e precisos movimentos
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  • Villa Siena, em Bel Air, tem cerca de 3.250 m² e está à venda por US$ 135 milhões, criada pelo arquiteto Ardie Tavangarian (Arya Group).
  • A casa é apresentada como “arquitetura como escultura”, com volumes suspensos, madeira de teca, pedra polida e paredes de vidro até nove metros de altura.
  • O interior se funde ao exterior: paredes de vidro deslizam, portas pivotantes abrem espaços para terraços e persianas ajustam luz e privacidade.
  • A construção valoriza a natureza e a experiência do morador, com vegetação integrada, janelas panorâmicas, espelhos d’água, suíte com teto retrátil e centro de bem‑estar no nível inferior.
  • No topo, há terraço de cerca de 1.115 m² com áreas de fogo, água, sombra e contemplação, além de amenities como cinema, adega, putting green e sala de chá japonesa.

A Villa Siena, em Bel Air, chega aos olhos como uma escultura arquitetônica. Com 3.250 m², está à venda por US$ 135 milhões, criado pelo arquiteto e incorporador Ardie Tavangarian, fundador do Arya Group, de Los Angeles. O projeto equilibra resultado visual com funcionalidade.

A obra é descrita como arquitetura que ocupa o espaço de forma fluida, integrando interior e exterior. Madeira de teca, pedra polida e volumes suspensos compõem planos que parecem flutuar, com brise-soleil que controla a sombra e acentua o conjunto.

A casa impressiona pela escala, mas o foco está na continuidade entre ambientes. Paredes de vidro de nove metros deslizam para fora; portas pivotantes transformam a sala de estar em terraço coberto em segundos. Persianas externas ganham e perdem privacidade conforme o uso.

A pandemia inspirou o desenho: a residência foi pensada para ampliar experiências do exterior dentro de casa. A natureza é protagonista, com vegetação integrada às paredes e janelas panorâmicas que enquadram o entorno como palco.

No nível inferior, o centro de bem-estar mergulha no conceito de spa de luxo, com dossel de galhos no teto e névoa suave ao redor de banheiras, piscinas e sala de vapor. O espaço destaca-se pela imersão na natureza.

No topo, o terraço de cerca de 1.115 m² funciona como segunda residência ao ar livre, com áreas de fogo, água, sombras e vistas para o Bel-Air Country Club. A planta oferece detalhes que ampliam o vínculo com o céu e o entorno.

Conectando todos os níveis, uma escada em espiral de quatro andares, suspensa em latão, funciona como eixo central. Corrimãos iluminados e degraus em travertino promovem leitura museográfica da circulação pela casa.

Entre as comodidades, há garagem subterrânea, cinema para 22 pessoas, ginásio com recurso de putt, adega e uma sala de chá japonesa. Um jardim suspenso revela uma grande tela externa cercada por vegetação viva.

A Villa Siena soma ainda uma garagem que pode se converter em bar de jazz, além de áreas que se abrem ou se fecham conforme a necessidade do morador. O conjunto destaca-se pela capacidade de adaptação aos diferentes momentos de uso.

Para a publicação, a documentação reforça que o conjunto coloca a experiência humana no centro, com espaços que convidam à pausa, ao encontro e ao recolhimento, sem abrir mão de presença monumental. A assessoria do projeto confirma o envio de informações à imprensa.

Reportagem originalmente publicada em Forbes aponta a Villa Siena como resposta ao conceito de arquitetura como arte, combinando traço, função e luxuoso conforto. Fonte: Forbes Global Properties.

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