- Nova Zelândia se prepara para mais fortes chuvas após inundações deixarem um morto em veículo submerso na rodovia e causarem falta de energia, quedas de estradas e evacuações.
- Ocorreu um massivo temporal no distrito de Otorohanga, cerca de 180 quilômetros ao sul de Auckland, com até 300 milímetros de chuva em cerca de uma hora.
- Autoridades declararam estado de emergência na região agrícola e emitiram alerta de tempo severo para a costa leste da ilha norte, de Coromandel até Bay of Plenty.
- Um homem foi encontrado sem vida dentro de um carro, após as águas invadirem parte da área; as autoridades não divulgaram o nome.
- A previsão aponta intensificação do sistema, com ventos de até cento e vinte quilômetros por hora e ondas de até sete metros, afetando Wellington e outras regiões a partir de domingo; cerca de oitenta pessoas já foram evacuadas e um centro de emergência foi montado em uma igreja.
O temporal que atingiu a região de Otorohanga, a cerca de 180 km ao sul de Auckland, deixou um homem morto em um veículo submerso na rodovia. A cidade regional sofreu cortes de energia, desabamentos de vias e evacuações.
A chuva começou na sexta-feira por volta das 14h locais e ganhou intensidade durante a noite, com registros de até 300 mm em cerca de uma hora. O sistema de bombeamento foi sobrecarregado pelo volume de água.
A MetService informou que o tempo deve piorar, com chuvas fortes, ventos de até 120 km/h e ondas de até 7 metros, atingindo Wellington e outras regiões a partir de domingo.
Estado de emergência e alerta
Autoridades declararam estado de emergência na região agrícola de Otorohanga e emitiram aviso severo para a costa leste da Ilha Norte, do Coromandel até Bay of Plenty.
O prefeito de Otorohanga, Rodney Dow, afirmou que a prioridade é apoiar as pessoas afetadas e os trabalhadores de emergência, sem revelar a identidade da vítima.
Cerca de 80 pessoas já foram evacuadas e um centro de emergência foi instalado em uma igreja local para coordenar as ações de resgate e apoio às famílias.
Imagens nas redes sociais mostram bairros semi-rurais submersos, vias com galhos e detritos, além de uma ponte com o veículo coberta pelas águas já em retorno parcial.
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