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Temporais em Juiz de Fora deixam pelo menos 14 mortos e calamidade decretada

Calamidade pública em Juiz de Fora após temporais deixa 14 mortes e 440 desabrigados, com 180 mm de chuva em uma noite, recorde para fevereiro

Chuvas causaram diversos estragos em Juiz de Fora – foto: reprodução/Prefeitura de Juiz de Fora - Instagram
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  • Chuvas na noite de 23 e na madrugada de 24 deixaram pelo menos 14 mortos em Juiz de Fora, a aproximadamente 260 quilômetros de Belo Horizonte.
  • A prefeitura declarou calamidade pública e a prefeita Margarida Salomão assinou o decreto na madrugada.
  • O volume chegou a 180 milímetros na cidade, acima da média mensal de fevereiro (170 mm); o acumulado deste mês já é de 584 milímetros.
  • O Paraibuna, que corta a cidade, transbordou; houve soterramentos, desabamentos de imóveis e muros, além de desabrigados, estima-se cerca de 440 pessoas.
  • Defesa Civil Nacional e Defesa Civil Estadual foram acionadas para fornecer ajuda, e a orientação é evitar circular pelas ruas, exceto em situações de emergência.

Pelo menos 14 pessoas morreram em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, após fortes chuvas na noite de segunda (23) e na madrugada de terça (24). A prefeitura declarou calamidade pública e reduziu a circulação de pessoas em áreas de risco.

A cidade registrou acumulados de até 180 mm de chuva na noite e na madrugada. Esse volume supera a média histórica para todo o mês de fevereiro, que é de 170 mm. O mês já soma 584 mm, o que torna fevereiro o mais chuvoso da história na cidade.

Segundo a Defesa Civil, houve soterramentos, desabamentos e quedas de árvores. O rio Paraibuna transbordou em vários pontos, isolando bairros. Aproximadamente 440 pessoas ficaram desabrigadas; escolas públicas foram suspensas e duas unidades passaram a receber famílias desalojadas.

A prefeitura de Juiz de Fora informou que a prefeita Margarida Salomão, do PT, assinou o decreto de calamidade durante a madrugada. A Defesa Civil Nacional e a Defesa Civil Estadual foram acionadas e se comprometeram a enviar auxílio às famílias afetadas.

Calamidade pública decretada

Não existem orientações para retorno imediato às atividades normais; moradores foram orientados a evitar circular pelas vias alagadas, exceto em emergências. O município continua com atendimento de emergência e coleta de dados sobre desabrigados e danos. Bombeiros permanecem mobilizados para buscas e operações de resgate.

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