- O incêndio na Constellation bar, em Crans‑Montana, Suíça, deixou cerca de quarenta mortos e cento e quinze feridos durante a celebração de Ano Novo.
- Pacientes continuam a ser tratados em unidades de queimados na Bélgica, França e Alemanha, com dezenas de casos também atendidos na Suíça, em cidades como Zurique, Lausanne e Genebra.
- A identificação das vítimas é extremamente complexa devido às queimaduras graves; autoridades usam registros dentários e amostras de DNA para confirmar os nomes.
- Familiares buscam notícias dos desaparecidos; autoridades suíças relatam divergências em números oficiais, enquanto Itália aponta dezenas de feridos e alguns desaparecidos com repatriação em andamento.
- Países vizinhos oferecem ajuda médica; França e outros países disponibilizaram leitos e apoio, com o governo suíço coordenando a resposta internacional.
Surviventes do incêndio devastador no bar Constellation, em Crans-Montana, foram encaminhados a unidades especializadas de queimados na Europa. O acidente ocorreu na véspera de Ano Novo durante uma festa no pub e no seu porão, deixando dezenas de mortos e centenas de feridos.
O governo suíço informou que cerca de 40 pessoas morreram e 115 ficaram feridas. Equipes de resgate trabalham para identificar as vítimas, com uso de métodos como registros dentários e DNA, devido às queimaduras severas que dificultam o reconhecimento.
A cidade de Crans-Montana, no cantão de Valais, sediou o incidente. Autoridades locais destacaram que a identificação pode levar dias ou semanas e que as informações são sensíveis para as famílias. A prioridade é nomear os falecidos com precisão.
Há relatos de que centenas de feridos foram transferidos para hospitais suíços com unidades de queimados, em Zurique, Lausanne e Genebra. Outros pacientes foram encaminhados a hospitais na Bélgica, França e Alemanha, para complementar a capacidade local.
França, Suécia, Macedônia do Norte e outros países ofereceram ajuda médica. O presidente francês, Emmanuel Macron, confirmou apoio com abertura de leitos em Paris e Lyon. França, Itália e outros países informaram homenagens a cidadãos desaparecidos.
A busca por parentes e amigos segue em meio a uma onda de informações conflitantes sobre o número de vítimas. Autoridades italianas relatam 47 mortos, enquanto dados suíços divulgam números diferentes. Continua o monitoramento de identidades e status dos feridos.
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