- O número de mortos nas enchentes no sudeste do Brasil subiu para pelo menos 40, com vítimas em Juiz de Fora e Uba, em Minas Gerais.
- Cerca de 30 pessoas ainda estão desaparecidas e mais de 3 mil moradores foram obrigados a deixar as casas.
- Entre as vítimas está Bernardo Lopes Dutra, de 11 anos, cuja casa desabou com as chuvas.
- A prefeitura de Juiz de Fora informou que cerca de 600 famílias em áreas de risco seriam realocadas para escolas que funcionam como abrigo; a cidade registrou o dobro da chuva esperada para fevereiro.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que forças de segurança atuam em missões de resgate e equipes de saúde foram enviadas à região.
Aos poucos, moradores do sudeste do Brasil enfrentam as consequências de fortes chuvas que provocaram inundações e deslizamentos em Minas Gerais. Ao menos 40 pessoas morreram nas cidades de Juiz de Fora e Uba, segundo o Corpo de Bombeiros. Mais de 3.000 moradores estão desabrigados.
Ainda não há confirmação sobre a origem de todos os desabamentos, mas as autoridades investigam os estragos causados pelo volume recorde de chuva. Em Juiz de Fora, a cidade registrou o dobro do que era esperado para fevereiro, o que agravou os impactos.
Entre as vítimas está Bernardo Lopes Dutra, de 11 anos, cuja casa foi atingida pelo deslizamento. A família busca apoio médico e espaço para sepultamento, enquanto voluntários organizam apoio logístico para os parentes.
No local, a igreja da região funciona como abrigo emergencial, com doações de comida e água sendo recolhidas para atender quem ficou sem casa. Em Juiz de Fora, cerca de 600 famílias vivem áreas de risco e aguardam realocação.
O prefeito de Juiz de Fora informou que várias áreas foram atingidas por desabamentos e que as aulas foram suspensas na cidade. Em Uba, o município vizinho, as atividades também foram interrompidas para facilitar os trabalhos de resgate.
O presidente Lula anunciou, por meio de redes sociais, o envio de forças de segurança para as operações de resgate e de equipes de saúde à região, em meio a condições acidentadas de terreno, próximos a encostas e vales.
Especialistas apontam que eventos climáticos extremos têm ganhado frequência devido a mudanças climáticas provocadas pelo homem, o que aumenta a complexidade das operações de socorro e recuperação.
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