- Pelo menos 32 pessoas morreram em decorrência de deslizamentos e inundações em Minas Gerais, Brasil.
- Juiz de Fora teve 12 residências arrancadas por deslizamento; Ubá registrou transbordamento de um rio.
- Pelo menos 38 pessoas ainda constam como desaparecidas; abrigos estão sendo montados para milhares de desabrigados.
- A chuva que caiu até agora este mês na região já está em torno do dobro da média de fevereiro, com mais precipitação prevista.
- Relatos em Ubá descrevem alagamentos rápidos, com moradores presas em casas e cenas de devastação, mas atuação de resgate segue.
O estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil, enfrenta inundações e deslizamentos após fortes chuvas. Ao menos 32 pessoas morreram, e as buscas por sobreviventes seguem em ruas alagadas e áreas afetadas.
As áreas mais atingidas são Juiz de Fora, onde 12 casas foram arrastadas por um deslizamento, e Ubá, onde o rio rompeu o caule das margens. Batalhões de bombeiros trabalham para localizar 38 pessoas ainda desaparecidas e abrir abrigos para milhares de desabrigados.
A chuva persistente elevou o volume de água em várias cidades. Meteorologistas apontam que o total registrado neste mês já supera o dobro da média de fevereiro, com novas precipitações previstas para os próximos dias.
Ubá recebeu relatos de moradores sobre alertas no início da madrugada, quando a força das águas começou a avançar rapidamente, segundo moradores locais. Em Ubá, alguns residentes relataram cenas de desespero ao ver a água subir de forma súbita.
Em Ubá, Lucas Gandra descreveu que o rio transbordou perto da meia-noite, gerando danos rápidos e extensos. Ele informou que pessoas ficaram presas em casas e que houve dificuldades de resgate em pontos críticos.
Carolina Magalhães, dentista que vive na cidade, registrou imagens da água levando objetos pelas ruas. Ela descreveu a cena como devastadora, com itens de diferentes tipos sendo arrastados pela correnteza.
Ao avançar o processo de recuperação, moradores relatam que a cidade está irreconhecível, com muita lama e destruição, mas também com espírito de ajuda mútua. Médicos e profissionais de saúde passaram a atuar em apoio às comunidades atingidas.
O conjunto de ações humanitárias envolve abrigos emergenciais, equipes de resgate e a mobilização de voluntários. As autoridades indicam que o saldo oficial de vítimas e desabrigados pode sofrer novas atualizações conforme as inspeções avançam.
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