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Arco dos Namorados da Itália desaba no mar no Dia dos Namorados

Arco dos Faraglioni de Sant’Andrea, símbolo do Salento, desmoronou durante tempestade, apagando um dos principais marcos turísticos da região

The natural rock formation at Sant’Andrea in Melendugno, left, and after its final collapse.
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  • O Arco dos Faraglioni de Torre Sant’Andrea, em Melendugno, Puglia, conhecido como Lovers’ Arch, desabou no Dia de São Valentim após forte tempestade, mar agitado e chuvas intensas.
  • Autoridades locais disseram que a estrutura foi progressivamente enfraquecida pela erosão costeira até o colapso final.
  • O prefeito de Melendugno, Maurizio Cisternino, classificou o fato como um golpe devastador para o litoral e para o Salento.
  • Especialistas associam o dano aos ciclones mediterrâneos, chamados medicanes, com ventos acima de 97 km/h e ondas de até 15 metros, alimentados pelo aquecimento do mar.
  • Em 25 de janeiro, um deslizamento em Niscemi, Sicília, causado por chuvas intensas, abriu um desfiladeiro de quatro quilômetros, ilustrando a sequência de eventos extremos na região.

O Arco dos Faraglioni de Sant’Andrea, famoso cartão-postal de Melendugno, na região da Puglia, desabou no Dia dos Namorados. A estrutura rochosa, que servia de cenário para propostas de casamento e fotos, desapareceu no Mar Adriático após fortes tempestades e chuvas na região.

Segundo autoridades locais, ventos intensos, mares revoltos e chuvas fortes enfraqueceram a rocha nas dias anteriores, levando ao colapso final no sábado. O arco é considerado um dos pontos mais reconhecidos da linha costeira do Salento, destino turístico popular.

Maurizio Cisternino, prefeito de Melendugno, descreveu o ocorrido como um golpe devastador para a região, destacando que um símbolo turístico muito conhecido sumiu. A vereadora de turismo, Francesco Stella, comparou o episódio a um luto para a comunidade.

O papel das condições climáticas extremas

Especialistas apontam que ciclones mediterrâneos, chamados medicanes, têm aumentado a frequência de eventos extremos na região, com ventos fortes e marés que atingem altas. Observadores ressaltam que 2025 foi um ano entre os mais quentes já registrados no Mediterrâneo, elevando a intensidade de tempestades.

Christian Mulder, professor de ecologia da Universidade de Catania, reforçou que mares mais quentes tendem a intensificar fenômenos climáticos, contribuindo para eventos mais severos em áreas costeiras. As recentes tempestades também provocaram danos a portos, residências e estradas em outras partes do sul da Itália.

Em janeiro, a Sicília viu um deslizamento de terra em Niscemi após Chuvas do Ciclone Harry, abrindo uma fenda de aproximadamente 4 quilômetros. Ações de emergência foram mobilizadas para atendimento a moradores e avaliação de infraestrutura.

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