- O governo de Portugal aprovou um pacote de 2,5 bilhões de euros em empréstimos e incentivos para reconstrução após a storm Kristin, divulgado pelo primeiro-ministro Luis Montenegro.
- O Banco de Fomento lançará um programa de empréstimos de 1 bilhão de euros para reformar fábricas danificadas sem seguro e um financiamento de 500 milhões de euros para fluxo de caixa imediato.
- Os restantes 1 bilhão de euros destinam-se a financiar a reconstrução de casas primárias sem seguro, com cobrança de até 10.000 euros por residência, além de subsídios sociais para indivíduos em dificuldade ou perda de renda, até 537 euros por pessoa ou 1.075 euros por família.
- O governo afirmou que, diante das circunstâncias excepcionais, obras de reconstrução ficarão isentas de licenciamento e de aprovações urbanísticas, ambientais e administrativas prévias.
- A situação de calamidade foi prorrogada até 8 de fevereiro em cerca de 60 municípios afetados, conforme previsão de mais chuvas e alagamentos; ainda havia quase 180 mil domicílios sem energia elétrica.
Portugal lança pacote de 2,5 bilhões de euros para reconstrução após tempestade Kristin
O governo aprovou, no domingo, um pacote de 2,5 bilhões de euros em empréstimos e incentivos para apoiar famílias e empresas afetadas pela tempestade Kristin. A medida foi anunciada pelo primeiro-ministro Luis Montenegro.
A tempestade Kristin atingiu o centro de Portugal no início de quarta-feira, com rajadas de vento acima de 200 km/h e chuvas intensas, provocando mortes, destruição de imóveis e danos a indústrias, além de cortes de energia.
Medidas de apoio financeiro
O Banco de Fomento criará um programa de empréstimos de 1 bilhão de euros para reconstruir fábricas danificadas sem seguro e um financiamento de 500 milhões para fluxo de caixa imediato.
O restante, 1 bilhão de euros, destina-se a apoiar a reconstrução de moradias sem seguro (até 10 mil euros por casa) e subsídios sociais para pessoas em dificuldade, com até 537 euros mensais por pessoa.
Exigências administrativas e calamidade
O governo prorrogou o estado de calamidade em cerca de 60 municípios até 8 de fevereiro, devido a previsões de mais chuva e inundações. O estado de calamidade permite agilizar compras e ações de socorro.
Mais de 180 mil domicílios estavam sem energia no domingo, conforme as empresas REN e E-Redes, que trabalham para restabelecer o fornecimento.
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