- A Força Aérea Brasileira realiza levantamentos por modelos para possível compra de uma nova aeronave presidencial, diante de falhas relatadas durante viagens oficiais.
- Em 2024, houve três ocorrências envolvendo o VC-1 e uma em 2024 envolvendo o C-105 Amazonas; a FAB afirma que ações corretivas seguiram os protocolos de manutenção.
- O último problema registrado ocorreu em outubro deste ano; o incidente não foi na aeronave presidencial principal, mas em um avião de apoio, segundo a FAB.
- Não há previsão orçamentária anunciada para a compra no próximo ano; especialistas apontam que o processo pode levar anos devido à autonomia exigida e ao mercado específico.
- A Câmara dos Deputados aprovou orçamento de defesa, mas o desfecho para a aeronave presidencial depende de etapas técnicas e políticas, sem decisão tomada até o momento.
A FAB realiza levantamentos para avaliar a compra de uma nova aeronave presidencial. A ação ocorre após falhas relatadas em viagens oficiais envolvendo o VC-1 e o C-105 Amazonas. Não há previsão orçamentária anunciada para o próximo ano.
Segundo a FAB, o objetivo dos levantamentos é verificar opções de mercado que atendam às necessidades da Presidência da República, com características adequadas para a operação institucional. Os contatos seguem o protocolo técnico interno.
Ainda não houve decisão sobre aquisição. O processo pode levar anos, devido a requisitos de autonomia, de mercado específico e de compatibilidade com a frota atual e com padrões internacionais de segurança.
Contexto atual
A frota presidencial da FAB hoje inclui o VC-1 e o VC-2. A avaliação técnica continua para garantir operação segura e adequada ao governo, mesmo diante de incidentes passados em voos oficiais. A FAB mantém monitoramento constante da manutenção.
A Câmara aprovou orçamento de defesa que prevê até 5 bilhões em investimentos ao longo de seis anos, mas não especifica recursos para uma aeronave presidencial. A efetivação depende de etapas técnicas e políticas.
Detalhes das aeronaves presidenciais
O VC-1A é um Airbus 319 com alcance de 8.500 km e teto de serviço de 13.530 m. O VC-2 é um Embraer 190 com alcance de 8.334 km e teto de 12.490 m. A FAB mantém informações técnicas oficiais sobre as duas aeronaves.
Entre na conversa da comunidade