- A diretora de artes e participação do Barbican, Devyani Saltzman, está deixando a instituição meses após a chegada da nova CEO.
- Saltzman, nomeada em fevereiro de 2024, tinha apresentado uma visão criativa de cinco anos para o centro.
- Não há confirmação sobre o momento da saída nem planos de substituição, o que deixa um vácuo na liderança.
- Ela foi destacada como uma das 40 mulheres mais influentes no setor de artes no Reino Unido e ajudou a reconstruir a relação com a comunidade artística.
- O Barbican está passando por uma grande renovação, com a primeira fase da obra envolvendo 231 milhões de libras e custo total estimado em 451 milhões de libras.
Devyani Saltzman deixa o Barbican meses após revelar visão criativa para o centro. A saída ocorre pouco antes de uma grande renovação e após a chegada do novo CEO, Abi… Pogson, que assumiu no mês passado.
Saltzman ocupava o cargo de diretora de artes e participação desde fevereiro de 2024 e ganhou visibilidade ao apresentar uma visão quinzenal de cinco anos para o espaço. Ela também foi indicada entre as 40 mulheres mais influentes das artes no Reino Unido.
Segundo o Barbican, a instituição não confirmou oficialmente a saída nem existem planos para substituição imediata. O vacúlo de liderança pode impactar a curadoria do programa artístico e o envolvimento com a comunidade, áreas sob a responsabilidade da diretora.
Mudança de liderança e contexto institucional
A saída coincide com a nomeação de Abigail Pogson como CEO, recentemente instalada, que supervisiona a primeira grande renovação do Barbican em décadas. O projeto inclui a interrupção de 12 meses das atividades da theatre, música e galerias, a partir de junho de 2028.
O formato de reforma prevê custos iniciais de £231 milhões, com o total estimado em £451 milhões. A obra reflete um momento de reorganização após mudanças anteriores nos últimos cinco anos, incluindo a saída de dirigentes em ciclos anteriores.
Panorama e impactos
O Barbican enfrenta um período de ajustes de governança, com Saltzman tendo atuado como referência pública da instituição e articuladora de relações com o meio artístico. Sua saída pode alterar a forma como o centro se posiciona diante de artistas e instituições culturais.
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